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Nem na mata se encontram histórias assim

Modelos masculinos em tronco nu pelo cancro da mama (vídeo)

"Agora que conseguimos captar a sua atenção devido à imagem, já podemos falar de assuntos sérios" ou "Esta imagem parece tirada de um site de pornografia, mas é de outro assunto que vamos falar", foi tendo algo parecido com estas mensagens em mente que o movimento canadiano de jovens mulheres da Rethink Breast Cancer, fundada em 2001, decidiu avançar para uma campanha de sensibilização pelo rastreio ao cancro da mama junto do público.

 

 

The Advocate For Fagdom: Bruce LaBruce em versão documentário

O ano passado Bruce LaBruce esteve presente no Queer Lisboa com o seu filme choque "L.A. Zombie". Este ano LaBruce é ele próprio apresentado através do documentário "The Advocate for Fagdom" de Angélique Bosio. O filme é exibido na sala 1 na quinta-feira, 22, às 22h e na sexta, 23, às 17h na mesma sala. Em complemento, passa a curta-metragem e teledisco "Resolving Door (New Fuck New York)" realizado por LaBruce para o tema de Gio Black Peter.

Canadá: Casal decide não revelar género de bebé

O casal canadiano Kathy Witterick e David Stocker decidiu criar uma criança “sem género” para que esta possa decidir o seu próprio género quando crescer. Storm (que significa tempestade em tradução livre) é o terceiro da prole do casal, que já tem dois rapazes, Jazz e Kio, de cinco e dois anos de idade, respectivamente.

Dez anos desde a primeira lei que permitiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo

Helene Faasen e Anne-Marie

O primeiro passo no reconhecimento para a igualdade LGBT no mundo foi dado a 1 de Abril de 2001 nos Países Baixos. A lei ampliou o direito ao casamento aos casais do mesmo sexo e o primeiro casal do mesmo sexo a contrair casamento foi Helene Faasen e Anne-Marie.

Lisboa contra a pena de morte

Várias dezenas de pessoas assistiram esta tarde no Largo Camões à leitura do manifesto contra a pena de morte. O manifesto foi lido pela actriz e activista Joana Manuel. Lisboa juntou-se assim às várias cidades do planeta em que se assinala hoje, pela oitava vez, o Dia Mundial Contra a Pena de Morte.

Em comunicado os organizadores informam que "em 2009, segundo números da Amnistia Internacional, os países onde foram executadas mais penas de morte foram a China (números desconhecidos estimados em milhares), o Irão (388), Iraque (120), a Arábia Saudita (69) e os EUA (52)." Este ano o foco desta efeméride insta os EUA a seguir os passos dos 54 países, entre os quais  Canadá, a Turquia ou a Bósnia-Herzgovina, que aboliram a pena capital em 1990.

A homossexualidade é criminalizada com a pena de morte, em países como a Arábia Saudita, Mauritânia, Irão, Iêmen, Somália e Sudão.

Portugal foi um dos primeiros Estados do mundo a abolir a pena capital: em 1852, para os crimes políticos; em 1867, para os crimes civis; e em 1911, para os crimes militares. Em 1916, a pena foi reintroduzida para casos de traição em tempo de guerra, uma excepção que só foi definitivamente abolida em 1976.

Para além da pena capital, os colectivos organizadores do evento pretendem chamar igualmente a atenção para os milhões de pessoas em todo o mundo que não recebem por parte dos seus Estados garantias para condições de vida dignas, como por exemplo as pessoas não documentadas,  sem-abrigo, trabalhadores precários,  jovens LGBT vítimas de suicídio, intersexos forçados a operações sem consentimento ou as pessoas transexuais.

A iniciativa partiu dos colectivos ATTAC Portugal, Colectivo Mumia Abua-Jamal, Comité de Solidariedade com a Palestina, FERVE, Não Te Prives, Panteras Rosa, Pobreza Zero, Precários Inflexíveis, Solidariedade Imigrante e SOS Racismo.