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São estes os filmes vencedores do Queer Lisboa 2021

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O palmarés da edição 25 do Queer Lisboa foi conhecido este Sábado no Cinema São Jorge, em Lisboa.

 "Minyan", de Eric Steel (EUA, 2020) foi considero o melhor filme em Longas-Metragens. “Minyan é um objecto complexo e ao mesmo tempo um exercício prodigioso de subtileza e coerência, que discorre sobre as diversas formas de pertença e identificação. A estreia de Eric Steel nas longas-metragens de ficção é certeira e elegante e a performance contida de Samuel H Levine transporta-nos para um lugar de profunda empatia e comoção” considerou o júri composto por Fátima Ribeiro, Jenny Larrue e Manuel Moreira.

 

O filme "Até o Fim", de Glenda Nicácio e Ary Rosa (Brasil, 2020) obteve uma menção especial por representar "um retrato íntimo e sincero sobre a solidão, o desencontro e a superação de quatro mulheres negras marcadas pelo abuso, pela homofobia, transfobia e machismo. É um documento tocante e uma reflexão sincera”.

Já o Prémio do Público coube a "La Nave del Olvido", Nicol Ruiz (Chile, 2020).

No que toca a documentários o júri Ana Aresta, Manuela Silva Reis e Miguel Ribeiro atribuiu o galardão de melhor documentário a "Las Flores de la Noche", Eduardo Esquivel e Omar Robles (México, 2020) justificando que o mesmo nos transporta "para uma realidade fascinante na estética e dura na constatação do quotidiano, enquanto nos recorda a força de transformação individual e comunitária que reside nos corpos, nas nossas identidades, nos nossos desígnios de liberdade”.

"Sedimentos", Adrián Silvestre (Espanha, 2021) recebeu uma menção especial do júri e o Prémio do Público foi para "Limiar", Coraci Ruiz (Brasil, 2020).

Na competição Queer Art o prémio de melhor filme foi entregue a "Vaga Carne", Ricardo Alves Jr., Grace Passô (Brasil, 2019) e nas curtas-metragens o primeiro lugar foi para "Fou de bassan", Yann Gonzalez (França, 2021)
Uma menção especial foi atribuída a "Hi, Sweety.", Celeste Prezioso (Argentina, 2020). O Público do festival votou em "Dustin, Naïla Guiguet" (France, 2020) como melhor curta.
No âmbito da competição in my shorts de curtas-metragens de escolas europeias "Scum Mutation", Ov (França, 2020) foi considerada a melhor e "Jo", Ann Sophie Wieder (França, 2020) obteve uma menção especial.

Em relação à sua edição anterior, e apesar de se ter mantido para esta edição a mesma restrição de um máximo de 50% de ocupação de sala, o Queer Lisboa 25 teve um acréscimo acima dos 25% de espectadores em relação à edição anterior, rondando os 5.000 espectadores nas sessões e actividades paralelas do Cinema São Jorge e da Cinemateca Portuguesa.

O Queer Lisboa 26, está já confirmado, para as datas de 16 a 24 de Setembro de 2022.