A Junta da Freguesia da Misericórdia, em Lisboa, não deixou de assinalar o Dia Internacional contra a Homolesbobitransfobia, 17 de Maio, hasteando a bandeira do arco-íris na sede da freguesia e recorrendo a máscaras arco-íris feitas pela transformista Jenny Larrue, que trabalha habitualmente no Finalmente Club, fechado em tempos de covid-19.
Em tempos de pandemia da covid-19, os responsáveis pela websérie LGBTI+ “Dois” querem celebrar e assinalar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a nível nacional a partir de casa, e contam contigo.
O projecto Aliança da Diversidade, da Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar, vai hastear uma bandeira do arco-íris esta sexta-feira, dia 28 de Junho, na Praia do Furadouro.
Mais de um terço dos países do mundo têm legislação anti-LGBTI. Entre listagens, notícias e iniciativas que denunciam estas situações há uma que aconteceu mesmo aqui ao lado. Durante a Semana do Orgulho LGBTI de Madrid foi apresentado, no Museu do Prado, um vestido que representa os países onde as pessoas LGBTI são perseguidas.
Gilbert Baker, o nome poderá não dizer muito à maioria dos leitores, mas a sua obra é incontornável. Em 1978, Baker costurou a primeira bandeira colorida e que se tornou o símbolo da comunidade LGBTI em todo o mundo. Baker faleceu aos 65 anos de idade na madrugada da última quinta-feira, noticiam os media norte-americanos.
Não há números oficiais, mas a opinião é unânime: Esta foi a maior Marcha do Orgulho de Lisboa. À 17ª edição, num contexto de várias conquistas legislativas recentes em Portugal e um massacre efectuado contra a comunidade LGBTI em Orlando, as ruas de Lisboa encheram-se manifestantes para celebrar o Orgulho LGBTI.
A bandeira do arco-íris, que foi hasteada de forma inédita pela primeira vez num edifício público em Portugal, desapareceu poucas horas depois da varanda dos Paços do Concelho da Câmara Municipal Lisboa sem razão aparente. As fotos da bandeira hasteada multiplicaram-se durante todo o dia de ontem, 17 de Maio, nas redes sociais.