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Leve e gentilmente

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As próximas duas semanas irão ver publicada em duas partes uma crónica escrita há cerca de dois meses atrás. É um daqueles textos que eu decidi deixar na gaveta a marinar durante uns meses enquanto decidia se o partilhava ou não e foi, em parte, o texto que me desligou finalmente daquela saga acerca da qual vocês já devem estar cansados de ouvir. No entanto, penso que de todas as crónicas que escrevi e partilhei até agora, esta foi talvez a que mais me ajudou a arrumar definitivamente as ideias e a deixar ir uma pessoa após perceber que não havia rigorosamente nada a recuperar daquela situação. Leiam-na, por isso como um flashback a uma altura para a qual agora olho como uma experiência de aprendizagem e amadurecimento valiosa.

 

 

‘Santo António está-se a acabar’

confissões gay trintão

Costuma dizer-se que Santo António é o Santo casamenteiro por excelência, mas ao que parece, o meu nome não constava na lista de noivos abençoados para este ano e por isso decidi escrever acerca da outra festa importante que acontece este mês e que, emparelhados ou não, é a nossa festa: o Pride.

"Serves para amigo"

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Há uns meses, nos comentários, o muy-estimado leitor Lobo Malhado disse uma coisa que me ficou na cabeça. Era algo acerca de receber a resposta “não temos muito em comum mas serves para amigo”, após a qual se seguia normalmente a outra pessoa começar a “andar” com alguém com quem ainda tinha menos em comum.

 

Crónica de emergência para uma crise sanitária

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Não era suposto a crónica desta semana ser acerca deste tema e, pelo título, já devem ter percebido que não podia enterrar a cabeça na areia e não escrever acerca do surto de varíola. 

 

Meet and Greet

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O tempo voa! Esta é a minha 12ª crónica, o que quer dizer já ando nisto há cerca de três meses e isso faz da minha relação com vocês, leitores, a coisa mais estável e duradoura que me aconteceu desde que cheguei a Lisboa. Obrigado… acho eu…

 

 

Quando é que as apps viraram caixas de comentários de tablóides?

grindr bullying online

Antes da crónica, vai um aviso que este texto pode conter linguagem que alguns de vocês poderão achar triggering, mas eu acho que é fundamental falarmos acerca destas coisas.

 

 

 

#AmigosParaSiempre

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(Olhem para o título da crónica a denunciar a idade… e se não perceberam vão lá ao YouTube que eu espero.)

Hoje decidi escrever acerca duma ideia ou, se quisermos, interrogação que tem ocupado algum espaço na minha cabeça há já algum tempo.  

 

 

‘Timing é tudo’

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Esta crónica é um epílogo. Se calhar alguns de vocês estavam a torcer para esta saga do All by Myself que se estendeu durante cerca de um mês da minha vida acabar bem, se calhar alguns de vocês não porque, sejamos francos, escrever acerca das dificuldades é sempre mais gratificante para quem lê do que ler mais um final feliz. A minha grande reflexão neste epílogo é acerca da palavra timing.

 

É preciso cultivar o nosso jardim

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O início desta crónica levou duas tentativas até eu conseguir perceber exactamente o que é que queria dizer, como o queria dizer, e a quem o queria dizer. Não sabia se o queria escrever em jeito de confissão a vocês que me lêem, ou à pessoa que me faz escrever esta crónica, por isso é provável que estes parágrafos não passem duma versão em prosa dum disco da Adele/Taylor Swift, ou outra qualquer que esparrama a vida sentimental em discos.

 

O fantasma do Natal passado

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Às vezes penso que os títulos destas crónicas estão a um passo de ser iguais aos filmes de terror juvenil que eu via na minha adolescência sem problemas nenhuns e que agora me fazem encolher todo e dizer ‘ssssssss, que impressão!’. Tal como esses filmes, também parecem destinadas a sequelas inevitáveis e também me fazem ocasionalmente querer gritar tipo as personagens do Scream quando o psicopata lhes entra em casa, se bem que no meu caso, tenho conseguido manter os psicopatas fora de casa… mais ou menos…