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Nem na mata se encontram histórias assim

“Abril é amor, Abril é de todas as cores!”

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46 anos de Abril e de lutas LGBTQI+ em Portugal

Celebramos 46 anos de democracia, 46 anos que Portugal e suas colónias acordaram de um período de repressão e de ditadura sangrenta. Fruto de uma madrugada libertadora em que os capitães de Abril, junto com a força revolucionária popular, romperam com a cegueira de uma guerra forçada e sem fim à vista, abrindo as portas à Democracia, à Igualdade, à Justiça Social, à Paz e Solidariedade. Estes foram tempos de afirmação, renovação, de sonhos e de perseguição de utopias de um povo que durante uma vida não soube mais do que viver de uma alegria reprimida pela ignorância propagandeada pelo Estado Novo.

 

 

PMA, Lei da Identidade de Género e doação de sangue. Os temas que continuam pendentes

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O governo ainda não regulamentou a nova lei da procriação medicamente assistida (PMA). Em termos práticos significa que ainda não está em vigor o acesso de qualquer mulher, independentemente do estado civil ou orientação sexual, às técnicas de procriação medicamente assistida. O Bloco de Esquerda fez saber que já questionou o governo sobre a data em que será publicada a regulamentação.

 

 

Mudanças à Lei da Identidade de Género não serão discutidas este ano

 

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Apesar de ter dado entrada na Assembleia da República em Maio o projecto do Bloco de Esquerda acerca da “autodeterminação de género”, o diploma não será discutido nem votado até ao fim deste ano. O motivo para o atraso, segundo o blogue Persona Grata, prende-se com os trabalhos do Orçamento do Estado para 2017 que vão ocupar os parlamentares nas próximas semanas. A proposta do Governo nesta matéria está a ser preparada pela Secretaria de Estado da Igualdade juntamente com o Ministério da Justiça.

 

 

 

Quantas vezes matarão Gisberta?

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Definitivamente, o ano de 2006 foi, para mim, um ano terrível. O ano em que perdi dez quilos em poucos meses, como denuncia, para quem me conhece, a foto que acompanha este texto, tirada na Marcha de Lisboa desse ano. Um ano de morte. A morte simbólica da minha vivência – até então sem “contraditório” – de uma cidade do Porto feita apenas de afectos e generosidade; o desaparecimento da minha mãe após demasiado tempo de sofrimento, falecida poucos meses depois dos factos que motivam este artigo e de quem me encontrava a cuidar praticamente a tempo inteiro quando soou o primeiro alarme de que algo pavoroso tinha acontecido num prédio inacabado da Invicta, às mãos de um grupo de catorze rapazes com idades entre os 12 e os 16 anos. Cada um deles, diga-se, simultaneamente algoz e vítima de maus-tratos na infância, a confirmar que a linguagem de violência é muitas vezes de novo reproduzida porque a conheceu na pele e nunca conheceu outra.