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Nem na mata se encontram histórias assim

Consumos sexualizados de drogas: um olhar diverso

banner opiniao_Cristiana Vale Pires Ricardo Fuerte

O sexo sob efeito de drogas, ou consumo sexualizado de drogas, não é novidade. Desde tempos ancestrais que o álcool e/ou outras substâncias têm sido usados para facilitar ou amplificar as experiências sexuais em contextos hedonistas. As drogas e o sexo têm em comum o facto de nos proporcionarem experiências de prazer, desinibição e conexão com os/as outros/as e connosco próprios/as.

 

No interior (ainda) marchamos!

Tiago Resende Marcha LGBTI Viseu opinião.png

A primeira cidade do interior a receber uma Marcha LGBTI+ foi Vila Real, em 2017, organizada pela Catarse. A segunda cidade no interior foi Bragança, em Maio de 2018, organizada pelo Movimento LGBTIQ de Bragança. No mesmo ano, em Outubro, Viseu foi a terceira cidade do interior a receber uma Marcha LGBTI+, organizada pela Plataforma Já Marchavas.

 

 

"Há uma semana fechados na casa de banho"

Tiago Gonçalves

Passaram-se alguns dias desde a publicação do Despacho 7247/2019, o tal que versa sobre as medidas administrativas que as escolas devem adotar relativamente ao direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e o direito à proteção das características sexuais de cada pessoa.

 

 

"Stonewall é todas as histórias que são nossas"

António Fernando Cascais

O meu primeiro contacto com a revolta de Stonewall remonta aos anos de faculdade, em Coimbra, em 1979-80, quando comecei a ter acesso a publicações e associações estrangeiras que o mencionavam, sobretudo as francesas como a Masques – Revue des Homosexualités, e mais tarde o Gai Pied.

 

Emanuel Caires: "Começar a fazer activismo na Madeira não foi fácil"

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Para mim, a Revolta de Stonewall é uma referência e uma inspiração. Não só este episódio em específico, mas todas as pessoas que, principalmente depois da 2.ª Guerra Mundial, reagiram às agressões de que eram alvo diariamente, e às constantes violações de direitos humanos que atingiam a comunidade LGBTI+. Vejo Stonewall como o início do fim da repressão.

 

 

António Serzedelo: 50 anos de Stonewall e o activismo em Portugal

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50 anos da Revolta de Stonewall, 28 de Junho 1969, marcam o início das lutas Gays, hoje chamadas LGBT+ pelos seus Direitos Civis e Humanos.

 

 

Noé João: "Ainda há pessoas que são oprimidas e invisibilizadas"

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A  Revolta de Stonewall, do dia 28 de Junho de 1969, significa para mim o estalar do verniz relativamente a toda e qualquer tipo de violência e discriminação contra a população LGBTI+, arrastando consigo, a discriminação de outras minorias naquele contexto específico. Como foi o caso de Marsha P. Jonhson, uma mulher trans negra e activista, que esteve engajada na luta dos negros/negras LGBTI+, e que confrontou o sistema do patriarcado.

 

 

Cinquenta anos de orgulho

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“Nunca compreendes realmente alguém

até que considerares as coisas desde o seu ponto de vista...”

― Harper Lee, Não matem a cotovia 

 

Junho de 1969, Nova Iorque. 

No bairro de Greenwich Village, o dia 28 de Junho e os dias que se seguiram mudaram o percurso das pessoas LGBT[IQ+] para sempre. Bom, para as décadas que se se seguiram, porque esta coisa dos direitos e da visibilidade levam uma eternidade a conquistar, mas vão à vida em meia hora.

 

Bullying: A minha colaboração com Susan Leurs no projecto ‘PESTEN’

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Envolvida principalmente em fotografia narrativa e documental, Susan Leurs é uma fotógrafa autodidacta holandesa. Enquanto criança, Susan foi vítima de bullying. Quando, anos mais tarde, começou a trabalhar na área da educação, tornou-se evidente para ela que o bullying continua a ser um problema muito sério. Por essa razão, decidiu fazer algo em relação a isso.

 

"Sou gay, mas sou homem". Mas o que é ser homem?

William Galvão.png

Ficar muito tempo dentro do armário hoje pode ser uma questão de escolha, pelo menos em alguns contextos brasileiros. Entendo que tem gente que precisa estar lá dentro pra poder viver em paz com a família e até pra manter certo conforto. É um pouco triste, mas tudo bem, é como uma amiga sempre diz: "cada um sabe o tamanho do seu armário". Sair dele é libertador. Falo por experiência própria. Mas que bom que hoje temos a opção de sair ou não dele.