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A primeira vez que escrevi para o dezanove.pt, eu não estava à espera de fazer disto um esforço regular. Contudo, tendo em conta os mais recentes acontecimentos, aqui estamos, pelos vistos.

 

Cruising: até onde te levaria o teu desejo?

crusing gay

É o Verão a subir termómetros, é a suspensão do trabalho a diluir inquietações, as férias a autorizarem mais tempo-livre, a ameaça da COVID-19 a diminuir e a descontrair vigilâncias. Tirando partido das horas extra de luz, os corpos parecem reencontrar o gosto e a disponibilidade para a descontração e para o prazer físico – à nossa volta, e de todos os quadrantes, desperta agora em força a energia libidinal que os dias de frio mantiveram latente.
 
 

O contrato social da heterossexualidade

Daniela_Alves_Ferreira

Não tenho muita necessidade de me colocar em caixas, mas há uma que me assenta como uma luva: Sapiosexual. A inteligência de uma pessoa desperta em mim um forte poder de atração. Estou por isso a passar por uma grande crush por Monique Wittig.

 

Eh pá, calem-se lá um bocadinho, se fazem favor

João Barbosa

Portugal é um país que viveu durante muito tempo à sombra da ideia que é um país de "brandos costumes". Com isto, queria dizer-se que Portugal é um país tolerante. Mas isso é um mito que cresceu paralelamente ao significado real da expressão.

 

Guadalupe Amaro: "Compreendendo que é o nosso silêncio que querem, cá me têm por calar"

Guadalupe Amaro

Hesitei bastante em escrever este texto, porque desejava, por tudo, conseguir ignorar toda a enxurrada de merda que me leva a escrevê-lo. Mas, compreendendo que é o nosso silêncio que querem, cá me têm por calar.

 

Lobo Xavier é um mentiroso, hic et ubique

joão barbosa

Como pessoa com consciência política que sou, costumo seguir vários programas de comentário político. Entre eles, sigo o “Princípio da Incerteza”, herdeiro do “Circulatura do Quadrado” (este, por sua vez, do “Quadratura do Círculo” e por aí além).

 

 

 

Mais vale cair em graça, do que ser engraçado

RAP João Barbosa

 

Numa crónica anterior, a propósito de Paulo Rangel (a minha estreia para o dezanove.pt) referia como era importante a comunidade LGBTQIA+, em primeiro lugar, reconhecer que, quer queira, quer não, a sua existência é uma realidade política; e, em segundo lugar, em virtude disso mesmo, que é absolutamente imprescindível que se consciencialize politicamente, vote em quem realmente a defende e invista em aceder aos locais de poder, para deixar de estar dependente da intermediação nos não-LGBTQIA+ e da sua boa-vontade, para que os seus direitos sejam defendidos.

Competência e talento não têm género! 

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Dizem que a vida é feita de escolhas e que temos o poder do livre-arbítrio, mas ao mesmo  tempo as nossas escolhas já são pré-concebidas, vivemos numa sociedade em que ainda há  profissões que são de homens e profissões para as mulheres, vivemos numa sociedade que nos  faz acreditar que nós, mulheres, temos de nos diminuir para cabermos em lugares onde não  cabemos, vivemos numa sociedade em que para ter sucesso a mulher tem de agradar, mas para  agradar ela não pode ser demasiado bem-sucedida.  

 

 

Leve e gentilmente

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As próximas duas semanas irão ver publicada em duas partes uma crónica escrita há cerca de dois meses atrás. É um daqueles textos que eu decidi deixar na gaveta a marinar durante uns meses enquanto decidia se o partilhava ou não e foi, em parte, o texto que me desligou finalmente daquela saga acerca da qual vocês já devem estar cansados de ouvir. No entanto, penso que de todas as crónicas que escrevi e partilhei até agora, esta foi talvez a que mais me ajudou a arrumar definitivamente as ideias e a deixar ir uma pessoa após perceber que não havia rigorosamente nada a recuperar daquela situação. Leiam-na, por isso como um flashback a uma altura para a qual agora olho como uma experiência de aprendizagem e amadurecimento valiosa.

 

 

Reparações LGBTI+ nas paisagens e nos saberes

gustavo borges mariano

Desde Maio, vemos marchas pelos direitos negados a pessoas LGBTI+ sendo feitas pelo país: Coimbra e Vila Real começaram. E este ano traz novidades com as primeiras marchas em diversas cidades. Ademais, em alusão ao dia internacional com a LGBTIfobia, 17 de Maio, bandeiras arco-íris foram hasteadas em locais públicos.