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confissões gay trintão

Esta crónica começou a ser escrita ao som da música mais lamechas que consegui lembrar-me: a banda sonora do Titanic. Não por nenhum motivo específico mas apenas para descobrir se a sobreposição de pífaros, vozes sintetizadas e violinos a tocar o refrão do My Heart Will Go On ad-nauseam ajudaria com o writer’s block do qual já venho padecendo há algum tempo. 

 

 

Leve e gentilmente

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As próximas duas semanas irão ver publicada em duas partes uma crónica escrita há cerca de dois meses atrás. É um daqueles textos que eu decidi deixar na gaveta a marinar durante uns meses enquanto decidia se o partilhava ou não e foi, em parte, o texto que me desligou finalmente daquela saga acerca da qual vocês já devem estar cansados de ouvir. No entanto, penso que de todas as crónicas que escrevi e partilhei até agora, esta foi talvez a que mais me ajudou a arrumar definitivamente as ideias e a deixar ir uma pessoa após perceber que não havia rigorosamente nada a recuperar daquela situação. Leiam-na, por isso como um flashback a uma altura para a qual agora olho como uma experiência de aprendizagem e amadurecimento valiosa.

 

 

#AmigosParaSiempre

confissões gay trintão

(Olhem para o título da crónica a denunciar a idade… e se não perceberam vão lá ao YouTube que eu espero.)

Hoje decidi escrever acerca duma ideia ou, se quisermos, interrogação que tem ocupado algum espaço na minha cabeça há já algum tempo.  

 

 

É preciso cultivar o nosso jardim

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O início desta crónica levou duas tentativas até eu conseguir perceber exactamente o que é que queria dizer, como o queria dizer, e a quem o queria dizer. Não sabia se o queria escrever em jeito de confissão a vocês que me lêem, ou à pessoa que me faz escrever esta crónica, por isso é provável que estes parágrafos não passem duma versão em prosa dum disco da Adele/Taylor Swift, ou outra qualquer que esparrama a vida sentimental em discos.

 

O fantasma do Natal passado

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Às vezes penso que os títulos destas crónicas estão a um passo de ser iguais aos filmes de terror juvenil que eu via na minha adolescência sem problemas nenhuns e que agora me fazem encolher todo e dizer ‘ssssssss, que impressão!’. Tal como esses filmes, também parecem destinadas a sequelas inevitáveis e também me fazem ocasionalmente querer gritar tipo as personagens do Scream quando o psicopata lhes entra em casa, se bem que no meu caso, tenho conseguido manter os psicopatas fora de casa… mais ou menos…

 

A praga da frase ‘Vamos falando’

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O dia de hoje traz o segundo capítulo daquilo que eu não estava nada à espera que se tornasse uma saga regular da vida de solteiro. Quase que me começo a sentir como a versão gay lisboeta da Carrie Bradshaw, se bem que a Carrie já é, em si, bastante gay, mas divago.