Os terroristas do Daesh (expressão literal não traduzida do auto-denominado Estado Islâmico ou ISIS) mataram um jovem de 15 anos por ser gay e o homem que o violou viu o cargo militar que detinha ser rebaixado e foi enviado para a linha da frente do combate.
Dezenas de pessoas LGBT fogem todos os dias do Médio Oriente para a Turquia, tentando escapar às milícias islâmicas, ao assédio sexual e às ameaças de morte, vindas muitas vezes das próprias famílias. Durantes as próximas semanas vamos dar-te a conhecer um conjunto de histórias reais do que é ser LGBT no Médio Oriente e das dificuldades na procura por uma vida melhor. Hoje contamos-te a história de M.
Nos últimos meses a questão dos refugiados tem dominado a actualidade informativa. São milhares os que tentam entrar na Europa através do Mar Mediterrâneo ou junto à fronteira com a Turquia e muitos acabam por perder a vida durante estas travessias. Mas há uma questão que passa despercebida aos olhos da opinião pública: Quando a orientação sexual (também) os obriga a fugir.
O Estado Islâmico (IS) continua a espalhar o terror no Médio Oriente com mais um cruel assassinato em que se vê um homem a ser atirado do topo de um prédio com vários andares.
A autora do blog A gay girl in Damascus (tradução livre “Uma lésbica em Damasco”) e crítica do regime sírio, foi raptada esta segunda-feira por três homens armados. A blogger, que tem dupla nacionalidade (síria e norte-americana), tornou-se famosa devido às suas opiniões frontais sobre a revolta na Síria. Além disto, o factor de ser lésbica num país conservador terá sido a razão foi deste sequestro.