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Egipto está a perseguir homossexuais

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Onze homens egípcios foram condenados a penas de prisão entre os três e os 12 anos por “libertinagem e incitação à libertinagem”, segundo justificação das autoridades.

 

Na origem destas penas estão as detenções destes doze homens, em Setembro do ano passado, em dois apartamentos. A acusação referia que eles mantinham relações sexuais entre si e praticavam a prostituição, tendo sido recolhidas “provas” como brinquedos sexuais e roupa feminina.

O Ministério da Administração Interna do Egipto autorizou o general Ahmed Shafie a realizar as chamadas “campanhas da moralidade” em que um dos objectivos consiste em perseguir homossexuais. Para isso, as autoridades recorrem às redes sociais Grindr e Growlr para marcar encontros com outros homens e detê-los em flagrante. Já em 2014 o Grindr tinha decidido que os utilizadores que se encontrem em países como o Egipto, Rússia e Arábia Saudita não podem apresentar no seu perfil a distância a que se encontravam de outros utilizadores.