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Insultos homofóbicos a Cristiano Ronaldo alvo de denúncia

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Várias organizações de defesa dos direitos das pessoas LGBT recorreram ao Observatório Espanhol contra a LGBTfobia a propósito dos insultos homofóbicos dirigidos a Cristiano Ronaldo e à equipa do Real Madrid, durante o último clássico com o FC Barcelona, em Camp Nou.

Insultos como “Cristiano maricón” e "puta Madrid" foram audíveis durante o minuto de silêncio feito em memória da lenda Johan Cruyffm.

Em comunicado a Liga Espanhola de Futebol Profissional (LFP) reconhece que os termos "puta Real Madrid, puta Real Madrid" foram ouvidos em diferentes locais do estádio, não sendo possível “especificar o número de pessoas que participaram”. A LPF reconhece os insultos, mas prefere salientar o comportamento “absolutamente correcto” por parte de vários outros espectadores. A LFP considera este episódio como "esporádico" e sublinha que os próprios adeptos assobiaram e reprovaram essa atitude e que o FC Barcelona tem tido um papel importante na prevenção da homofobia, violência, racismo e xenofobia atraves de diversas iniciativas.

Francisco Ramírez, director StopLGBTfobia, entrevistado pelo diário AS afirmou que “Cristiano Ronaldo é objecto contínuo de insultos e rumores mal-intencionados sobre a sua orientação sexual por parte de jornalistas, jogadores e adeptos de clubes adversários com o objectivo de o humilhar, ofender e denegrir a imagem de um grande jogador de futebol. Estas lamentáveis e vergonhosas atitudes são sancionáveis de acordo com a lei do desporto" sendo que considera uma prática recorrente no futebol nos últimos anos, considerando que “vários jogadores e árbitros são insultados com termos homofóbicos sem que haja uma sanção pública exemplar, que termine com a presença da homofobia no futebol espanhol. Muitos jogadores não querem dar o passo de se assumirem para não verem a sua carreira ser prejudicada e serem alvo de insultos", apontou.  
 
Marta Santos

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