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Mulheres Negras Lésbicas e Bissexuais de Lisboa: "Apesar da nossa total invisibilidade em todos os espaços, nós existimos"

Colectivo Zanele Muholi.jpg

Já passaram alguns meses desde a Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa. Quem esteve presente não deve ter esquecido ainda os momentos do discurso poderoso e arrebatador das mulheres negras lésbicas e bissexuais de Lisboa.  E quem não foi à marcha e não sabe do que estamos a falar? E quem quer saber mais sobre estas guerreiras que com determinação e um sorriso enorme levam o activismo na voz e na alma? Respondemos a estas questões com uma entrevista conjunta às responsáveis pelo Colectivo Zanele Muholi:

As Marchas são para todos

Marilia Marcha Orgulho LGBT Lisboa.jpg

Neste ano, que já vai a mais de meio, muitos foram os ataques feitos à Humanidade, alguns dos quais especificamente dirigidos a pessoas LGBT, como o atentado no clube Pulse, em Orlando. Devido ao ataque, muitas foram as pessoas que sentiram que deveriam fazer mais, por todos, e isso notou-se na 16.ª Marcha de Orgulho LGBT lisboeta.

 

À 17ª edição, foram estas as reivindicações no Orgulho LGBTI de Lisboa (com vídeo)

Marcha_LGBT2016_Panorama Palco.jpg

É uma das marchas reivindicativas portuguesas com mais organizações presentes. Nem todas estas associações e colectivos dirigem o seu trabalho primordial junto de pessoas LGBTI, mas são unânimes na luta contra a discriminação e na defesa da igualdade. A marcha mais colorida da capital do país contou este ano com 21 organizações e ainda um colectivo recente que levou uma das maiores ovações da tarde: Colectivo de Mulheres Negras Lésbicas de Lisboa - Zanele Muholi (artigo em construção).

 

A PrEP também marchou

Checkpoint Lx.jpg

Embora o tema da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) já tenha chegado ao Parlamento, continua sem conseguir obter grande relevância no espaço público. Devido a isso, a 17ª Marcha LGBT lisboeta foi também palco para esta chamada de atenção por iniciativa do CheckPointLX.

Três casais, seis visões sobre a Marcha

casais marcha orgulho 2016 lisboa.jpg

Na maior Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa de sempre (até hoje) o dezanove.pt falou com três casais: o Rui e o Miguel, que se vão casar após dez anos de namoro, tendo já iniciado um processo de adopção; a Mafalda e a Cláudia, que namoram há dois anos e ainda não pensam em casar; o Filipe e o João - irmão da Cláudia -, que estão juntos há 21 anos.

 

 

O vídeo da maior Marcha do Orgulho LGBTI de sempre em Portugal

Marcha do Orgulho LGBTI de Lisboa 2016 - Foto de Pedro Lima

"Celebrar as diferenças, transcender o género" era o mote da tarde de Sábado em Lisboa, pelo menos para os defensores dos Direitos LGBTI. O apelo vindo das 21 associações e colectivos que compõem a organização da Marcha do Orgulho LGBTI de Lisboa, o anúncio da presença de figuras públicas, como o músico Zé Manel, de alguns políticos e membros do corpo diplomático, como o caso do Embaixador dos EUA, parece ter resultado.

As fotos da maior Marcha do Orgulho LGBTI de Lisboa. Até hoje

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Não há números oficiais, mas a opinião é unânime: Esta foi a maior Marcha do Orgulho de Lisboa. À 17ª edição, num contexto de várias conquistas legislativas recentes em Portugal e um massacre efectuado contra a comunidade LGBTI em Orlando, as ruas de Lisboa encheram-se manifestantes para celebrar o Orgulho LGBTI. 

Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa a 18 de Junho de 2016

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Já foi divulgada a data da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa para o próximo ano. 18 de Junho é Sábado escolhido para a 17ª edição. O anúncio foi efectuado esta tarde no Facebook oficial da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa.

Recorda como foi a última edição aqui e na galeria de fotos.

Júlia Pereira: "As pessoas trans não estão a ser respeitadas nos serviços de saúde e continuam a ser indevidamente tuteladas pelos profissionais da área"

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Júlia Pereira, actual dirigente da API – Acção Pela Identidade – ONG de defesa e o estudo da diversidade de género e características sexuais em Portugal e membro da  membro da TGEU – Transgender Europe, organização europeia de defesa dos direitos das pessoas trans, é a primeira mulher transexual a concorrer como deputada a um assento parlamentar no nosso país. Júlia Pereira, de 25 anos, integra as listas do Bloco de Esquerda pelo círculo de Setúbal.

Júlia Pereira tem, nos últimos anos, mostrado o seu trabalho entre a política e o activismo. Na política é militante do Bloco de Esquerda há vários anos e pertence, desde finais de 2014, à Mesa Nacional do partido. No passado mês de Maio a dirigente bloquista interveio numa audição inédita realizada na Assembleia da República sobre a necessidade de alterar as leis que regulamentam os direitos trans. Já no activismo coordenou o GRIT - Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade e foi a primeira mulher trans na direcção da ILGA Portugal.

Depois de que foi conhecida a sua candidatura às eleições legislativas de 4 de Outubro, Júlia tem-se desdobrado em entrevistas a vários órgãos de comunicação social em Portugal. Fica agora a saber ainda mais nesta entrevista:

 

Turismo LGBT: Porque vale a pena visitar Lisboa no Verão?

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A Marcha do Orgulho LGBT e o Arraial Pride aconteceram no início do Verão, mas os eventos que atraem visitantes LGBT à capital não se ficam por aqui. Lisboa é cada vez uma cidade onde se aposta no turismo dirigido às pessoas LGBT.

“Quero que os Golfinh@s de Lisboa sejam um grupo inclusivo, totalmente LGBTIS”

 

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Os Golfinh@s de Lisboa foram a única equipa desportiva a marcar presença na Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, que decorreu há duas semanas. “Viemos cá porque achamos importante dar visibilidade. Somos só sete pessoas na Marcha, mas perguntaram-nos quem eram os Golfinh@s de Lisboa. Ajudou a divulgar o grupo”, refere ao dezanove José Silva (à direita na foto).