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Documentário Ary: Até quando vamos ignorar os direitos das pessoas transgénero?



Para muitas pessoas o nome Ary diz qualquer coisa, mas para a maioria não. Bom está então na hora de conhecermos melhor quem é Ary Zara Pinto, um dos grandes activistas pelos direitos das pessoas transgénero e na desmistificação de muitos preconceitos e ideias erradas sobre estas pessoas e as suas experiências. 

O documentário “ARY” é a longa metragem inaugural da realizadora Daniela Guerra e terá antestreia na Cinemateca Nacional, em Lisboa, dia 16 de Março pelas 21h30.

O filme faz uma viagem íntima ao quotidiano de Ary que não se reconhece na classificação binária de género e aos 28 anos decide redescobrir a sua identidade, iniciando uma viagem ao outro lado do espelho. Com produção independente, a realizadora acompanhou Ary durante três anos e através de uma partilha honesta e sensível mostra-nos a coragem e a luta na procura da sua verdade. Este documentário pretende ser um veículo para a exposição de um tema que anseia por visibilidade, validação e empatia. Somos seres humanos e como tal devemos cuidar-nos mutuamente. 

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A importância de obras como esta é sem dúvida imensa e, acrescento, que será mesmo essencial para continuarmos a evoluir para uma sociedade mais inclusiva e inteligente.

 

André Marques

 

Um Comentário

  • Pedro Oliveira

    As pessoas transgénero são seres humanos.
    A declaração universal (para abranger todas as pessoas) dos direitos humanos é de 1948.
    Qual o direito que Ary Zara Pinto pretende que lhe seja reconhecido que não esteja previsto nos direitos universais de1948?

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