praia 19

Eu vi-te… no Manhunt e no Grindr



Depois do sucesso da página da rede social do Facebook “Vi-te no comboio”, acabam de ser criadas duas páginas direccionadas para a comunidade LGBT: o “Vi-te no Manhunt” e o “Vi-te no Gindr”. Fábio Viana e Hugo Santos são os responsáveis por esta iniciativa.

A página “Vi-te no comboio”, que já tem mais de 62 mil seguidores, foi inspirada no site “I saw you”. Aí encontram-se histórias que acontecem todos os dias nos comboios de Norte a Sul do país, assim como elogios a passageiros.

Os criadores de ambas as páginas referem ao dezanove que a razão pela qual as páginas foram criadas tem por base a heteronormatividade contida nos grupos do “Vi-te…”. “Ilustram os quotidianos de muitos rapazes gays, não prescindindo estes das novas tecnologias, como o Manhunt e o Grindr.” Explicam ainda que o objectivo dos textos é, antes de mais, seguir a mesma linha que as suas versões heterossexuais, adicionando algumas histórias fictícias (embora baseadas em factos concretos).

 

Luís Miguel

5 Comentários

  • André

    Realmente acho esta iniciativa lamentável. Se são lugares de engate, que histórias é que se podem contar, em que a outra pessoa não saiba? No fundo estas aplicações/sites servem precisamente para se conhecer pessoas LGBT e criarem-se laços sejam eles de que carácter forem.

    A ideia dos comboios é muito diferente, são locais públicos em que à partida a pessoa se sente inibida a abordar o outro. Na ideia dos comboios e dos autocarros, cabe sempre espaço para as pessoas LGBT poderem também contar as suas histórias.

    Acho que este tipo de iniciativas só contribui para a discriminação e para a associação da população LGBT a locais virtuais de encontros e engate.

    Então se eu encontrei um rapaz giro no comboio vou por isso na página do Grindr ou do ManHunt? E se o rapaz que também trocou olhares comigo, vai à minha procura no Grindr? Ou vai à minha procura na página do comboio?…

    Enfim, ridículo e lamentável. A heteronormatividade reflecte apenas a maioria existe na população e contra ela não há que lutar, há que integrar. E isso cabe à população LGBT ir a essas páginas e partilhar as suas histórias.

    E segundo parece o objetivo destas páginas também é partilhar contos homoeróticos fictícios? Então chamem-lhe isso e não se aproveitem de uma iniciativa de carácter X para “vender” uma de carácter Y.

  • nelson camacho

    Concordo los absoluto com o André. QUEM Quer LER contos UO historias dedicadas à Comunidade <font><font>LGBT</font></font> TEM alguns blogues uns Mais eróticos that that E OUTROS O Caso de <font><font>http</font></font> :/ <font><font>ocantodonelson.blogs.sapo.pt </font></font> <font><font>55550.html</font></font> Que Conta Histórias Que podiam Ser verdadeiras e Não E um blogue de Engates .

  • nelson camacho

    “Como houve algo de estranho no meu comentário anterior volto a publica-lo” Concordo em absoluto com o André. Quem quer ler contos ou histórias dedicadas à comunidade LGBT tem na internet muitos blogues uns mais eróticos que outros. Mas também têm outros mais didácticos onde contam história com base na realidade. Alguns são autenticas telenovelas.
    Por exemplo http://ocantodonelson.blogs.sapo.pt/55550.html

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *