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Muitos filmes LGBTI para ver nos Caminhos do Cinema Português em Coimbra

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O Caminhos do Cinema Português, festival que está a decorrer em Coimbra, inclui vários filmes LGBTI. Esta quinta-feira, 28 de Novembro, será apresentado no Teatro Académico de Gil Vicente filme “Variações”, do realizador João Maia (21h45).

A Selecção Caminhos, selecção competitiva do festival, apresenta na sexta-feira, dia 30, no Teatro Académico Gil Vicente, várias propostas. Às 15h, entra “Quero-te Tanto!”, uma longa ficção assinada por Vicente Alves do Ó. Às 17h30 será exibida a produção de Tiago Afonso “O Desvio”, que conta a história de dois percursos peculiares, cuja única semelhança é passar-se tudo ao mesmo tempo e num raio limitado.

A animação de Alexandre Siqueira dá as boas-vindas à sessão das 21h45. “Purpleboy” é Óscar, uma criança que nasceu no jardim dos pais. Ninguém sabe qual o seu sexo, mas ele sabe que quer ser um menino. A última exibição da noite é da autoria de Vicente Alves do Ó. A longa ficção “Golpe de Sol” conta a história de quatro amigos de longa data que passam um fim-de-semana numa casa de campo de um deles, na Costa Alentejana.

Na Selecção Ensaios vão ser apresentados, nos Cinemas NOS, no Alma Shopping, às 17h30 de sexta-feira, seis filmes. A animação de João Monteiro e Luís Vital, “Ode à Infância”, conta a história de uma tímida rapariga que, numa visita ao parque com o seu pai protetor, conhece uma outra muito energética. “Sentir-me”, também ela uma animação, conta a história de um homem que fuma inquieto, numa varanda. Quando regressa ao interior, uma mulher desconhecida provoca-o, dirigindo-o para uma viagem introspectiva que, apesar da insegurança, o encaminha para o seu verdadeiro eu. “Aurora” é um retrato da artista criada por Carlota Flor. Oriunda de uma pequena vila no norte de Portugal, vive em Lisboa, onde procura singrar nas artes performativas e quebrar preconceitos, através das suas criações. E ainda a curta de Pedro Gama, “Homens que Inventam Mulheres”. Os dois últimos documentários da sessão são assinados por Pietra Baraldi e André p. Amaral e por Akira Kamiki. Os dois primeiros contam a história de Dennis, em “Black – Retrato de uma Metamorfose”. O filme mostra a preparação da personagem para um espectáculo de drag, a relação dela com este universo e a transformação de Dennis em Lexa Black. O segundo, director da curta ficção “Infinito Enquanto Dure”, conta a história de Danny e Seiji, que se apaixonam numa festa.

 

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