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O criador do Grindr seis anos depois: milionário, bonito e solteiro

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Bem-sucedido, casa de luxo com vista para Los Angeles, bonito e solteiro. É o perfil que o New York Times traça de Joel Simkhai, criador e CEO do Grindr que, seis anos depois do seu lançamento, continua a abrir a app "10 vezes por dia".

Lançado em Março de 2009, o Grindr foi das primeiras aplicações móveis a combinar utilizadores com base na sua localização e orientação sexual. Para muitos, a aplicação é o seu autêntico "radar gay" de bolso. De acordo com o NYT, a app tem hoje quatro milhões de utilizadores em 192 países, incluindo Afeganistão, Iraque, Irão e Gana, onde ser assumidamente homossexual significa arriscar a vida.

O jornal dá exemplos de como a aplicação (e outras que lhe seguiram o exemplo, como o Tinder ou o Scruff) se tornou parte da cultura gay. Em Setembro, um artista baseado em Berlim iniciou um projecto intitulado "Save the date", em que planeia usar o Grindr para combinar encontros sexuais com um homem diferente todos os dias durante um ano. A curta-metragem "Mates", do realizador português António da Silva, é outro produto cultural que mostra como as apps transformaram os encontros gays.

"Sabem, nunca tive qualquer grande plano para mudar uma cultura", diz Simkhai ao NYT. "Fiz algo que queria para mim mesmo". E comprova-o, afirmando que se envolve com alguém que conheceu através da app, "em média", uma vez por semana (os seus dois únicos critérios: fumadores e pessoas que vivam com gatos). Simkhai reconhece que o sexo faz parte das utilizações possíveis da app, mas que há mais para além disso. "Existe sempre a possibilidade de que vais acertar no jackpot e encontrar alguém que te vai tocar."

Uma das pessoas que parece discordar é o seu irmão mais novo, o designer de moda Jonathan Simkhai, que tal como os seus dois irmãos também é gay. Ouvido pelo NYT, diz ter experimentado a app mas não a usar muito. "Sou um romântico incurável."

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