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Inquérito: maioria considera que as redes sociais prejudicam mais do que ajudam a comunidade LGBT+



O dezanove.pt lançou recentemente um inquérito para perceber de que forma as redes sociais impactam a comunidade LGBT+. Os resultados revelam uma percepção dividida, mas com tendência para uma avaliação mais crítica do seu impacto.

A opção mais escolhida foi a ideia de que as redes sociais prejudicam mais do que ajudam, indicada por cerca de 31% das pessoas. Ainda assim, uma parte significativa considera que ajudam mais do que prejudicam (aprox. 24%), mostrando que o papel destas plataformas continua longe de ser consensual.

Uma fatia relevante dos participantes vê um impacto equilibrado, com cerca de 21% a escolher a opção “igual”. Já cerca de 19% acredita que as redes sociais ajudam muito, enquanto apenas uma minoria considera que prejudicam muito (aprox. 5%).

Estes resultados sugerem que, embora as redes sociais continuem a ser ferramentas importantes de visibilidade, ligação e informação, existe também uma percepção crescente dos seus efeitos negativos, como toxicidade, desinformação ou pressão social.

No geral, o inquérito mostra uma comunidade consciente tanto dos benefícios como dos riscos, reflectindo a necessidade de um uso mais crítico e equilibrado destas plataformas.

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