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Gays monogâmicos britânicos podem vir a doar sangue (após abstinência sexual de um ano)

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Pouco antes do Natal, o deputado conservador britânico Michael Fabricant reuniu-se com a Ministra da Saúde Jane Ellison e membros do Comité Científico para a Segurança do Sangue, Tecidos e Órgãos, para discutir a realização de um estudo que visa averiguar se homens em relações monogâmicas com outros homens podem ou não doar sangue , sem necessidade de esperar 12 meses após o último contacto sexual.

Em cartas enviadas ao deputado Fabricant, hematologistas argumentaram que “excluir homens gays para doação de sangue e obrigá-los a um ano de abstinência é prejudicial, ilógico e reforça o estigma social”. A Ministra da Saúde, por sua vez, respondeu a Fabricant que “considera levar a cabo um estudo averiguando se casais gays monogâmicos podem ficar excluídos da regra da abstinência sexual por um ano para doar sangue. Para além disso, a ministra salientou, em resposta aos hematologistas, que “não se trata da orientação sexual mas sim de comportamento sexual". Adicionalmente, Ellison declarou que homens heterossexuais promíscuos deviam ter uma privação semelhante aos gays considerados promíscuos. “Não faz sentido nenhum, quer a nível cientifico e médico, que homens heterossexuais promíscuos possam dar sangue e um casal gay monogâmico e amoroso não o possa fazer", declarou.

O estudo britânico prevê ainda averiguar a incidência de IST nos casais gays monogâmicos.

 

César Monteiro