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Mykki Blanco garante que foi detido em Lisboa "por ser gay"

O artista Mykki Blanco foi detido no aeroporto de Lisboa por, alega o próprio, “ser gay”. A situação pode ser acompanhada em tempo real no seu perfil de Facebook. O cantor, que vai dar um concerto na ZDB em Lisboa a 21 de Maio, continua detido. O incidente ocorreu depois de uma discussão com um polícia.

Mykki Blanco relata que à chegada ao aeroporto dirigiu-se a um polícia para perguntar onde podia comprar um voucher para táxis, já que dispunha apenas de cartão de crédito para pagar o serviço. O polícia terá respondido que não sabia e que não podia ajudar. Foi então que uma pessoa disse a Mykki: “Não sei o que se passa de errado com ele já que pode comprar o voucher em qualquer lado”. Então Mykki ter-se-á dirigido ao polícia para o questionar sobre o seu comportamento. “Desculpe, por que não me ajudou?”. Ao que o polícia terá respondido: “Vai-te embora”. Mykki insistiu: “É seu trabalho ajudar as pessoas e você recusou ajudar-me”. Ao que o polícia terá respondido: “Eu disse vai-te embora bicha” (“I said go away bicha"). O artista norte-americano respondeu então Fuck You" e foi detido.

Mykki Blanco é um dos exemplos de queer rap, que surgiu em Nova Iorque e em que artistas gays, lésbicas e transexuais se apropriam da linguagem do hip-hop e do rap para reinventar estes géneros. Num meio conhecido pelo machismo e pelas canções homofóbicas, sobem ao palco com mini-saias, perucas e com personagens que desconstroem. Zebra Katz, Le1f, Black Cracker, Big Freedia e Titica, a par de Mykki Blanco são exemplos de artistas queer rap que têm alimentado o interesse da comunicação social.

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