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Nem na mata se encontram histórias assim

Peça “Bullying - uma história de hoje” vai estar em 20 cidades portuguesas

Buyyling David Carrocha teatro.jpg

Ricardo Figueira é um jovem actor, natural da Figueira Da Foz, com 30 anos de idade e 12 de carreira. Em 2012 criou a ContraPalco, juntamente com Néllson de Souza, com o objectivo de descentralizar a cultura através de digressões por várias cidades que abrangessem todos os distritos de Portugal. É neste seguimento que a ContraPalco apresenta agora uma peça de teatro que retrata a realidade do bullying nas escolas. Fomos conversar com o Ricardo para conhecer mais sobre “Bullying – Uma história de hoje”, da autoria de David Carronha. A estreia está marcada para dia 30 de Outubro no Centro Cultural de Carnide, com entrada gratuita e conta com o apoio da APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

 

dezanove: De onde surge a ideia de criar este espectáculo?

Ricardo Figueira: A ideia nasce da minha parte e do Néllson, enquanto ContraPalco,  no final do passado ano lectivo, derivado ao famoso vídeo , na cidade da Figueira da Foz, protagonizado por duas raparigas adolescentes. Sabemos que o que se passou nesse episódio se passa em mais escolas de Norte a Sul do País, daí a importância da criação deste espectáculo. 

 

Porquê o David Carronha para escrever a peça?

O autor David Carronha escreveu para a ContraPalco o espectáculo "Revela-te”, que continua em cena há quatro anos. A sua linguagem chega aos jovens de uma forma inteligente e cativante, daí nem sequer hesitarmos em  convidá-lo para escrever o "Bullying – Uma história de hoje".

 

Como decorreu o processo criativo entre os dois?

O David é uma pessoa bastante sensível e talentosa. Por isso, facilmente chegou ao que pretendíamos, porque partilhamos dos mesmos ideais. Foi um processo com bastante cumplicidade entre ambas as partes. 

 

O que achas do problema do bullying actualmente? E o cyber bullying?

 O bullying passou a ser uma realidade a descoberto que sempre houve, no entanto tinha outro tipo de denominação: "chamar nomes", "gozar", "brincar". Denominações que diminuíam e desculpavam a verdadeira realidade do problema. O bullying actualmente continua, mas sabe-se que existe e há quem alerte para a sua existência. Há uma maior consciencialização para o problema, devido aos casos que têm sido divulgados na comunicação social. Infelizmente o cyber bullying fez com que esta realidade saísse dos recreios para o anonimato do computador e neste capítulo ainda há muito para caminhar. 

 

O bullying homofóbico, bifóbico e transfóbico é abordado na peça?

Esta peça aborda a diferença de um ponto de vista geral. Não foca apenas um tema ou uma realidade. O texto mostra que o acto do bullying pode surgir  motivado por uma série de situações díspares. 

 

contrapalco bullying teatro.jpg

Podes desvendar um pouco sobre qual o enredo da peça?

A peça trata a história de Pedro, um jovem que é vítima de bullying por um grupo de amigos que se sente com o poder de mandar nos destinos dos alunos da escola. Felizmente nem toda a gente é igual e vai ser ajudado por uma amiga que o vai fazer enfrentar a realidade e mostrar que até os mais fortes, quando sozinhos, também podem ter muitas fraquezas.  

 

A peça estará presente nas escolas de todo o país? Qual o plano para o espectáculo?

Sim, a nossa companhia realiza digressão nacional de Norte a Sul do País, em mais de 20 cidades. A descentralização é fundamental neste tipo de projectos.  

 

Assiste aqui ao vídeo promocional:

 

Reservas de espectáculos e mais informações:

934454447 ou 934455722

contrapalcoteatro@gmail.com

 

Itinerário da digressão:

17 de Novembro - Portalegre

20 de Novembro - Castelo Branco

26 de Novembro - Viseu

11 de Dezembro - Leiria - Auditório do IPDJ - 10 horas

6 de Janeiro - Lisboa- Centro Cultural de Carnide - 10 horas 15 de Janeiro - Vila Real - Auditório do IPDJ - 10 horas

16 de Janeiro - Lisboa- Centro Cultural de Carnide - 21:30 (público em geral)

20 de Janeiro- Coimbra - Auditório do IPJ- 10 horas e 11:15

4 de Fevereiro - Olhão - Sociedade Recreativa Olhanense- 10 horas

12 de Fevereiro - Torres Vedras - Cine Teatro - 10 horas

13 de Fevereiro - Centro Cultural de Carnide- Lisboa- 21:30- (público em geral)

16 de Fevereiro - Braga - Auditório do IPDJ - 10 horas

19 de Fevereiro - Porto - Auditório da Junta de Freguesia do Bonfim - 10 horas

25 de Fevereiro - Guarda- Auditório do IPDJ - 10 horas

10 de Março- Faro - Auditório do IPDJ - 10 horas

5 de Maio - Castelo Branco - Auditório do IPDJ - 10 horas

 

Entrevista de André Faria