Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Acompanha aqui o #orgulho2017

Quatro locais gay de Lisboa fecharam em três meses

dezanove.jpg

 

Agora foi a vez de o The Cock anunciar que encerrou portas “definitivamente”. Segundo explicou Licínio Cordeiro, responsável pela discoteca, na origem da decisão estão “motivos de restrição de horário”. 

 

O The Cock, que abriu portas em 2013, funcionava na rua do Noronha (Príncipe Real) entre as quatro e as nove da manhã de sextas, sábados e vésperas de feriado, sendo uma espécie de after hours para clientes de outras discotecas gay da zona, como o Trumps, o Construction ou o Finalmente. Era, aliás, a única discoteca gay aberta em Lisboa após as seis da manhã.
Este espaço é o quarto local gay da capital portuguesa a encerrar nos últimos três meses. No fim de Outubro o bar Sétimo Céu, que tinha já duas décadas de existência, fechou portas. “Com muito carinho agradecemos a todos vocês que nos acompanharam ao longo de 20 anos e contribuíram para escrevermos um capítulo alegre e colorido na noite do Bairro Alto. Aos novos proprietários Paulo Lopes, Miguel e Fabricio desejamos muito sucesso naquele local que tanta alegria nos proporcionou! Obrigado e Bem Hajam”, escreveram então no Facebook os responsáveis pelo bar, Anke e Julio.
Depois foi o bar Etílico, situado na rua do Grémio Lusitano, no Bairro Alto, que encerrou no início de Janeiro “para mudança de ramo e de gerência”. Desde Setembro de 2013 que o bar privilegiava o público gay. Foi, aliás, aqui que nasceram as festas Conga e que se realizaram algumas festas Happy Cock.
A somar-se à lista de encerramentos juntou-se ainda a Sauna Viriato, que era a sauna gay mais antiga em funcionamento em Lisboa. Segundo informações recolhidas pelo dezanove, o prédio onde funcionava, na rua das Pretas, foi vendido, para dar lugar a um novo projecto imobiliário.
Nestes três meses abriram, entretanto, para o público LGBTI o bar Secret (Príncipe Real) e o Maria Lisboa Bar. O Secret, detido pela discoteca Trumps, foi inaugurado em Dezembro. Já o Maria Lisboa Bar, gerido por Cristina Almeida, ex-responsável pela discoteca Maria Lisboa em Alcântara, funciona na rua da Atalaia e foi inaugurado na noite de passagem-de-ano.

Publicidade: 

1 comentário

Comentar