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Tim Cook: "Tenho orgulho em ser gay, e considero que ser gay é uma melhores dádivas que Deus me deu"

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Tim Cook, CEO da Apple saiu do armário. Não é propriamente uma novidade, mas é a primeira vez que fala abertamente sobre a sua sexualidade.

 

Desde 2011 que o sucessor do carismático Steve Jobs na condução da toda poderosa Apple se tem mantido relativamente discreto. Com uma fortuna avaliada em cerca de 400 milhões de dólares, perto de 315 milhões de euros, é um dos homens mais poderosos do mundo. Tem dirigido a gigante Apple com punho forte. Tem tido uma tarefa ingrata, suceder a Steve Jobs não tem sido tarefa fácil. Mas parece que se está a safar bem. A marca mais valiosa do mundo está avaliada em 483,15 mil milhões de dólares, segundo a revista Forbes.

Num artigo publicado na Businessweek, esta quarta-feira, dia 30, e a dois dias de fazer 54 anos, a 1 de Novembro, Tim Cook, declara-se abertamente gay: “I’m proud to be gay, and I consider being gay among the greatest gifts God has given me. ” (“Tenho orgulho em ser gay, e considero que ser gay é uma melhores dádivas que Deus me deu.”). Esta frase está a causar grande polémica, até mesmo entre homossexuais.

Mas Tim prossegue dizendo que: “A América está a mover-se em direcção à igualdade no casamento, e as figuras públicas que corajosamente saem do armário ajudam a mudar as percepções e faz com que a nossa cultura seja mais tolerante. Ainda assim, existem leis em grande parte dos estados que permitem aos empregadores demitirem pessoas com base unicamente na sua orientação sexual. (…) Não me considero um activista, mas percebo o quanto tenho beneficiado com o sacrifício dos outros. ”.

O texto, escrito pelo próprio está a causar grande impacto nos media, não só nos EUA, como no resto do mundo. Nós, LGBT, também temos orgulho em ter pessoas assim.

 

Luís Veríssimo

 

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