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Um milhão de portugueses viu “E Se Fosse Consigo” sobre homoparentalidade

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Num parque infantil, uma mulher insurge-se contra dois homens por discordar que sejam pais adoptivos de uma criança. Foi este o ponto de partida da experiência, gravada com câmaras ocultas, do programa “E Se Fosse Consigo”, transmitido pela SIC esta segunda-feira e que tinha como tema a homoparentalidade.

"Se lhe faz espécie, se a está a incomodar, a senhora então vá para outro lado. Porque nós estamos no meio da rua, num espaço que é publico e as pessoas têm o direito a estarem juntas com quem querem”. “É preferível estarem com com duas pessoas que amam a criança do que estarem numa instituição”. “Deixe estar os senhores em paz, se faz favor”. “Desculpe, a senhora está a ser extremamente inconveniente”. Estas foram algumas das reacção que a actriz, que representava alguém preconceituoso em relação à adopção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo, ouviu durante a experiência.
Desde Fevereiro de 2016 que a lei portuguesa permite a adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Mesmo assim, no programa surgiu quem dissesse que a “lei está mal” e que garantiu que pais homossexuais “tornam” os filhos também homossexuais, enquanto no caso de pais heterossexuais têm filhos homossexuais por questões de “natureza”.
O programa da autoria de Conceição Lino foi o terceiro mais visto na televisão portuguesa, esta segunda-feira, com uma audiência de 13,1 por cento, que corresponde a cerca de um milhão de porrugueses. O #esefosseconsigo liderou ainda os trending topics no Twitter.

 

Encontras aqui alguns extractos do programa