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Activista LGBT e do MST é encontrado morto no Brasil

Lindolfo Kosmaski.jpg

Atenção: artigo com conteúdo sensível. A Lindolfo Kosmaski de 25 anos era activista LGBT e actuava junto ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

Os primeiros indícios apontam para um crime motivado por ódio. No corpo carbonizado de Lindolfo Kosmaski, encontrado este Sábado, havia marcas de dois tiros.

Lindolfo Kosmaski era professor da rede estadual do Paraná e estava a fazer um mestrado de Educação em Ciências e em Matemática na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Numa nota divulgada pela imprensa, o movimento dos Trabalhadores Sem Terra lamentou a morte de Lindolfo. “Neste momento de dor, o MST estende toda solidariedade à família, amigos e exige que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os culpados desse crime hediondo.”

Considerado “um jovem humilde, solidário e cheio de sonhos” o MST afirma ainda que exigirá justiça e punição aos assassinos do jovem. “O MST destaca o seu compromisso de lutar por uma sociedade sem LGBTfobia e na construção de um mundo onde a vida e todas as formas de ser e amar sejam garantidas plenamente. O Sangue LGBT também é sangue Sem Terra.”

 

“Lindolfo era um educador do campo, envolvido com a luta dos pequenos agricultores de onde se originou e carregava esta identidade com muito orgulho, se desafiou a candidatura de vereador na última eleição municipal, a qual não foi eleito, mas compartilhou com muita humildade seus sonhos e convicções de uma sociedade verdadeiramente livre”, postaram os amigos.

 

Lista de contactos úteis e de apoio às pessoas LGBTI em Portugal:

 
 
 
 
 
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