Na 14ª edição da Marcha do Orgulho LGBT poucos foram os políticos presentes. Entre eles esteve Pedro Delgado Alves, do Partido Socialista, e que recentemente apresentou a proposta de lei de co-adopção. Foi esse tema que o dezanove.pt abordou com o deputado este Sábado.
dezanove: Como foi verificar que a primeira etapa da proposta de lei tinha sido aprovada no Parlamento no passado dia 17 de Maio?
Pedro Delgado Alves: Aquando da votação na generalidade tivemos a sensação que ia ser muito renhido, mas felizmente tivemos a primeira vitória.
O que se segue?
Já existe um grupo de trabalho criado a trabalhar nas próximas semanas para melhorar elementos e recolherem a bondade do projecto. Vamos trazer ao Parlamento especialistas na matéria porque queremos tranquilizar as pessoas ainda com dúvidas que o regime proposta é igual para casais do mesmo sexo ao dos casais de sexo diferente.
E isso traduz-se em?
Isto quer dizer que Segurança Social vai na mesma averiguar se o casal tem condições, as decisões decorrem do estipulado em tribunal, etc. O que pretendemos é alargar a base de apoio da proposta.
Para quando está prevista a votação na especialidade?
Queremos que seja até ao final de Julho, antes das férias dos deputados.



2 Comentários
Paulo Jorge Vieira
“Na 14ª edição da Marcha do Orgulho LGBT poucos foram os políticos presentes.”
Sendo verdade pois parece-me que estiveram menos partidos do que é habitual. E é de saudar a presença do Pedro (Delgado Alves)
No entanto sejamos justos, pois a presença no grupo de (cerca de 30) pessoas do Bloco de Esquerda, de Catarina Martins deputada à Assembleia da República e co-coordenadora da Comissão Política do Bloco de esquerda; bem como a deputada Cecília Honório; e ainda a eurodeputada Marisa Matias demonstram o quanto a agenda da igualdade e dos direitos LGBT tem importância para este partido político.
abraço
paulo jorge vieira
Anónimo
E? Valha-nos que dentro do PS haja quem se preocupe e interesse – está claramente a fazer diferença. Que o antigo secretário-geral se tenha interessado alguma coisa. Todas as pessoas que lutam merecem reconhecimento e devemos apoiá-las e ajudá-las a aumentar a sua base de apoio. Ou isso é somente uma forma de pedir votos LGBT para o BE?