Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Publicidade

"Girl" Should Have Been Interrupted

Alice Cunha.png

Olá, o meu nome é Alice. Sou uma mulher trans, e todos os anos morro um bocadinho por dentro com filmes que homens cis fazem sobre mulheres trans. Este ano foi o “Girl”, de Lukas Don’t. Dhont. Desculpem a gralha. Partilho com vocês aqui alguns pensamentos sobre este filme, que vi no Queer Lisboa 22. Entretanto o festival já acabou, no passado sábado dia 22, e o filme até foi premiado (falarei disso adiante). Normalmente estas coisas deviam ser publicadas assim logo, no dia seguinte à projecção, pimbas, mediatismo, discussão, isso tudo. Mas espero que me desculpem o atraso, enquanto pessoa directamente envolvida na temática, a raiva e a dor que este filme me causaram dificultaram a escrita deste artigo. Mas pronto, mais vale tarde que nunca. Aqui vai!

 

À 17ª edição, foram estas as reivindicações no Orgulho LGBTI de Lisboa (com vídeo)

Marcha_LGBT2016_Panorama Palco.jpg

É uma das marchas reivindicativas portuguesas com mais organizações presentes. Nem todas estas associações e colectivos dirigem o seu trabalho primordial junto de pessoas LGBTI, mas são unânimes na luta contra a discriminação e na defesa da igualdade. A marcha mais colorida da capital do país contou este ano com 21 organizações e ainda um colectivo recente que levou uma das maiores ovações da tarde: Colectivo de Mulheres Negras Lésbicas de Lisboa - Zanele Muholi (artigo em construção).

 

Alice Cunha: "Opá, acho que fica mal..."

opiniao_alice cunha.png

Todos os anos a mesma coisa, no mesmo sítio, e um calor imenso ainda por cima! Refiro-me à concentração para a Marcha do OrgulhoLGBT de Lisboa, no Jardim do Príncipe Real. Se fosse um convívio no parque, com música baixinha para não incomodar ninguém, vá que não vá… Porque se queremos respeito, não podemos fazer muito barulho. Temos de estar de cabeça baixa, e caladinhas, para que não incomodemos. Às vezes nem é preciso pedir tanto, afinal de contas “respeito” é algo já forte… No mínimo, queremos ser toleradas, vá. Certo? Mesmo que não nos possamos expressar como somos, mesmo que só nos tolerem se nos reprimirmos e existirmos nos moldes deles, nunca nos nossos.

“Ouçam as vossas crianças, amem-nas e validem-nas”

encontro diversidade pediatria coimbra.JPG

O Hospital Pediátrico de Coimbra (HPC) recebeu nos dias 11 e 12 de Dezembro aquele que foi o 1º Encontro Nacional de Sexologia em Pediatria, tendo como tema principal a diversidade de género na infância e adolescência.

O objectivo fulcral do evento foi debater sobre pessoas transgénero, transexuais e intersexuais, já que são “as mais descriminadas, por não se reconhecer a sua existência na pediatria” segundo Luís Januário, director do serviço de urgência do HPC e membro da comissão científica.