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Nem na mata se encontram histórias assim

Museu Lusófono da Diversidade Sexual lança segunda exposição online

Artista plástico chileno Cheo González e escritor brasileiro Mário de Andrade em destaque

cheo gonzales

22: exposição virtual com pinturas do artista chileno Cheo González conversa com textos insinuantes de Mário de Andrade.

 

 

Flamenco Queer, desafiar as regras através da arte (com vídeo)

flamenco queer

Aproveitando as comemorações do dia que se assinalou esta semana, Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia, e o decorrente período de consciencialização que atravessamos, assume especial relevância a proposta que nos oferece Flamenco Queer, caracterizada de forma vigorosa no seu último trabalho “Azúcar pa’ tu cuerpa”. 
 

Tomás Castro Neves: "a sexualidade não tem de ser o cerne da questão no que se associa ao corpo nu"

tomás castro neves entrevista

Tomás de Castro Neves nasceu em 1995, em Lisboa, e rumou a Norte para ingressar no curso de Arquitetura na Universidade do Porto e desde então tem-se afirmado como ilustrador e artista, com forte presença no Instagram
 
 

Entrevista a Maria Mergulhão, uma artista reflexiva e inclusiva

maria mergulhão

A artista Maria Mergulhão expressa-se através da pintura e da poesia e já fez várias exposições individuais e colectivas, tanto em Portugal como no Reino Unido.

Maria Mergulhão afirma não esconder as suas experiências que acabam espelhadas nas suas obras, transmitindo intimidade, transparência e espiritualidade, seguindo o mote “o pessoal é também político.”

 

I drag myself, e tu?

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Quantos de nós não reaprendemos a existir e a viver no nosso corpo, no nosso género e na nossa sensualidade com a ajuda destas magníficas divas, as drag queens?! Quantos de nós nunca tivemos um frozen stare moment a vê-las nas suas performances contagiantes, livres de preconceito e de normas sociais?!

 

Dark rooms: cultura LGBTQI+ às escuras?

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Muito antes do Manhunt, do Grindr, do Scruff, ou do Tinder redefinirem as possibilidades de articulação entre homens gays, já os dark rooms – e outros espaços de cruising (saunas, bares, drag balls, discotecas) – existiam como espaços de construção de cultura, de fomento político-ideológico, e de resignificação das identidades LGBTQI+.

 

O Erotismo como Resistência

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Carlos Marinho é psicólogo clínico, criador artístico freelancer, e activista pela promoção dos direitos LGBTQI+. Baseado em Braga, dirige há três anos um núcleo de serviços dedicado à optimização do crescimento pessoal e comunitário, desde consultas de acompanhamento terapêutico a projectos de intervenção social alicerçados no cruzamento entre os domínios da arte e da psicologia. Definindo-se como um perpétuo aluno, conta no número dos seus principais interesses o estudo da história da humanidade, o feminismo, o erotismo, os estudos queer, a psicanálise, e a identidade individual e colectiva. Até à data, o trabalho artístico tem incluído a produção literária, a representação dramática, o teatro musical, a videografia e as artes plásticas. Foi há sete anos que começou a tomar-se como modelo para explorar a arte da fotografia erótica, mas só recentemente decidiu criar e partilhar os primeiros conteúdos do seu portefólio selfietográfico: ‘Eroticarium: Erótica como Resistência’. Trata-se do perfil de Instagram onde vem expondo, assumindo o seu alter ego ‘Kinky’, estudos visuais como veículo de intervenção social para destacar causas que lhe são significativas.  

 

 

Olhem para as fotos: há uma nova antologia de fotógrafos queer

New Queer Photography

Da Alemanha chega um volume de capa dura com centenas de imagens colhidas nos últimos anos em mundos e submundos de minorias sexuais — imagens eróticas, pornográficas, documentais, artísticas. Em todo o caso, capazes de oferecer uma narrativa abrangente de corpos, comportamentos e contextos, o que é tanto mais valioso quanto na era do Instagram é comum pensar-se que está tudo visto. Mas parece que as imagens não estão gastas.

 

Cara Trancada: "Há mulheres que nunca se masturbaram e encaram a masturbação como algo errado"

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“Cara Trancada” é Carolina Lourenço, ilustradora freelancer e designer gráfica. Começou este projecto ainda como estudante de Design Gráfico na ESAD de Caldas da Rainha e nunca mais parou de desenhar maminhas desde essa altura.