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Nem na mata se encontram histórias assim

Tudo a postos para a X Marcha LGBTQIAP+ Braga

lgbt orgulho braga

No próximo domingo dia 10 de Julho irá ocorrer a 10ª Marcha LGBTQIAP+ organizado pelo Colectivo Braga Fora do Armário. Este ano o lema da marcha é “Não ficou tudo bem!” como crítica ao mote “vai ficar tudo bem”, acompanhado sempre do arco-íris durante as medidas de combate à pandemia COVID-19. 
 
 

Os conteúdos LGBTI, feministas e anti-racistas do Festival Política dedicado à desinformação

ALCINDO festival política

São quatro dias de debate e combate à "Desinformação", com o humor de Hugo Van der Ding, a fotografia de Pauliana Valente Pimentel, a estreia do novo documentário de Tiago Pereira dedicado à música cigana, e mais de duas dezenas de propostas de filmes, debates, conversas e cara-a-cara com deputados. A sexta edição do Festival Política decorre entre 21 e 24 de Abril no Cinema São Jorge, em Lisboa.

 

Ensinar a inclusão aos futuros profissionais de Saúde

saúde lgbtqia+

"Sentes que a prática da medicina ainda é pouco inclusiva e muitas vezes discriminatória?"
"Assistes à sub-representação e desinformação acerca de várias comunidades, como a comunidade LGBTQIA+, na educação médica e na prática clínica?"
"Sabes que é o teu dever informares-te, saberes mais e lutar por um futuro mais justo e equitativo na medicina?"

Bloco de Esquerda pintou bancos arco-íris em 15 concelhos do país. Alguns não resistiram ao vandalismo

#bancodoamor banco arco-íris covilhã

Durante o período que antecedeu as eleições legislativas, o grupo LGBTI+ do Bloco de Esquerda promoveu a pintura de bancos de jardim por todo o país com as cores do arco-íris. Alguns bancos não resistiram ao vandalismo. 

 

 

Marcha Internacional das Mulheres volta a percorrer as ruas do país

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Está convocada para dia 8 de Março uma nova Marcha Internacional das Mulheres no nosso país. A convocatória partiu da Rede 8 de Março no Porto. O mote é: “Por mim, Por ti, Por todas, pelas nossas Companheiras”.

 

Paz. Pão. Saúde. Habitação. Emprego. Educação. Centenas marcharam em Braga pelos Direitos LGBTQIAP+

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Pela nona vez Braga viu sair às ruas as reivindicações dos activistas LGBTQIAP+. O ponto de encontro passou para o Parque de São João da Ponte. Depois de organizados e com a higienização anti-covid 19 efectuada, algumas centenas de activistas subiram, pela primeira vez, Avenida da Liberdade acima até à Praça da República empunhando cartazes, bandeiras e pronunciando palavras de ordem como. “Nem menos, nem mais, Direitos Iguais”.

Braga: Um Arquivo Queer

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Carlos Marinho é psicólogo clínico, criador artístico freelancer, e activista pela promoção dos direitos LGBTQI+. O seu primeiro contributo para o trabalho de activismo deu-se em 2013, como co-organizador e porta-voz da primeira Marcha pelos Direitos LGBT de Braga. De então a esta parte, tem prestado à comunidade um núcleo de serviços inclusivos, dedicados à optimização do crescimento pessoal e colectivo, desde consultas de acompanhamento terapêutico a projectos de intervenção social alicerçados no cruzamento entre os domínios da arte e da psicologia.

 

 

Festival Política Braga: Oito destaques LGBTI e anti-racistas

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O festival acontece de 6 a 8 de Maio no Centro da Juventude de Braga e propõe actividades gratuitas que vão de sessões de cinema a performances, espectáculos, debates e workshops presenciais e online reafirmando o seu compromisso de levantar questões que convidam à discussão e consciencialização cívica, individual e colectiva, através de diversas formas de expressão política e artística.

 

 

O Erotismo como Resistência

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Carlos Marinho é psicólogo clínico, criador artístico freelancer, e activista pela promoção dos direitos LGBTQI+. Baseado em Braga, dirige há três anos um núcleo de serviços dedicado à optimização do crescimento pessoal e comunitário, desde consultas de acompanhamento terapêutico a projectos de intervenção social alicerçados no cruzamento entre os domínios da arte e da psicologia. Definindo-se como um perpétuo aluno, conta no número dos seus principais interesses o estudo da história da humanidade, o feminismo, o erotismo, os estudos queer, a psicanálise, e a identidade individual e colectiva. Até à data, o trabalho artístico tem incluído a produção literária, a representação dramática, o teatro musical, a videografia e as artes plásticas. Foi há sete anos que começou a tomar-se como modelo para explorar a arte da fotografia erótica, mas só recentemente decidiu criar e partilhar os primeiros conteúdos do seu portefólio selfietográfico: ‘Eroticarium: Erótica como Resistência’. Trata-se do perfil de Instagram onde vem expondo, assumindo o seu alter ego ‘Kinky’, estudos visuais como veículo de intervenção social para destacar causas que lhe são significativas.