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Nem na mata se encontram histórias assim

AMPLOS e Variações não vão participar na Marcha do Orgulho de Lisboa. ILGA vai reduzir presença

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A associação AMPLOS - Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género - emitiu esta sexta-feira um comunicado em que informa as razões da não presença na Marcha do Orgulho de Lisboa (MOL): “Considerando a alteração do contexto de saúde pública associado à crise da covid-19 na área metropolitana de Lisboa a AMPLOS não irá participar na 22ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa”.

 

Parques Disney permitem autodeterminação da expressão de género e tatuagens visíveis nas suas equipas

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Os Parques Disney estão a dar um passo à frente no que respeita à inclusão. Filmes mais diversos como ”Vaiana”e “A Princesa e o Sapo” foram lançados mais tarde na história da Disney. O mesmo pode ser dito sobre a divisão de experiências da empresa, que inclui diversos parques temáticos e atracções. 

 

Os direitos humanos e as pessoas LGBTI+ num ano marcado pela pandemia COVID-19

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A 10ª edição do relatório anual da ILGA Europa, que se dedica a documentar o progresso e tendência em relação à situação dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ na Europa e Ásia Central em questões como os direitos das pessoas trans, intersexo e famílias arco-íris, foi divulgado esta terça-feira, dia 16 de Fevereiro, oferecendo-nos uma visão dos acontecimentos ao longo do ano de 2020 sobre o ambiente pandémico e emergências causadas pela COVID-19.

 

Arquivo de Identidade Angolano: uma associação feminista e descolonial 

Líria de Castro

Têm quatro anos de existência e centram o seu trabalho no diálogo e na acção para mais igualdade e justiça das pessoas LGBTQ+ em Luanda. Para isso partem de dinâmicas feministas negras e descoloniais para a criação de redes de acção e solidariedade. Esta abordagem já tem ecos junto das instituições do Estado como o Ministério da Justiça em Angola para a criação de uma agenda pela igualdade e respeito pelos direitos humanos das pessoas LGBTQ+. Líria de Castro é a activista angolana que dirige a AIA e falou-nos dos desafios da organização do colectivo AIA em tempos de pandemia. 

 

O impacto da covid-19 na comunidade LGBTI+ (reportagem)

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Primeiros meses de covid-19... Três pessoas cuja pandemia trocou as voltas: um empresário da noite LGBTI+ lisboeta cujo negócio foi obrigado a parar, uma drag queen que ficou sem trabalho e sem suporte e uma activista numa associação de defesa dos direitos das pessoas LGBTI+ com pedidos de ajuda acrescidos.

 

 

O primeiro musical drag interactivo do mundo é português e tem tudo… até Filomena Cautela!

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A pandemia da covid-19 implica cuidados redobrados e adicionalmente capacidade de reinvenção para fazer face a um mercado com estabelecimentos fechados ou com limitações nas suas lotações, com cada vez mais pessoas desempregadas ou pessoas em lay off.

 

Estudo: Estar confinado e não poder expressar a identidade LGBT+ em casa

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Seis em cada 10 jovens LGBTI portugueses consideram que a pandemia da covid-19 afectou bastante a sua vida, sentindo-se muito ou mesmo extremamente limitados para realizar actividades habituais. A maior parte dos jovens manifestou um receio moderado de infecção com o novo coronavírus, sendo que três em cada 10 tinham um receio bastante elevado de vir a ser infectados.