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Nem na mata se encontram histórias assim

O arco-íris que termina no Qatar

Manuel Oliveira

Alteraram a braçadeira de capitão, colocaram bandeiras nos estádios e, chegaram até, a criar uma onda de afecto quando um jogador se assumiu homossexual. Mas, apesar de todo o “activismo”, que agora percebemos falso, não se lembraram de mais nenhum país para celebrar a maior competição do desporto que amam. Tornou-se difícil a escolha e, por coincidência, ficou designado um país onde ser LGBTQIA+ não só é ilegal como é punível com pena de morte. 

 

A (in)segurança de pessoas LGBT no Campeonato Mundial de Futebol no Qatar

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O Campeonato Mundial de Futebol FIFA de 2022 será a vigésima segunda edição deste evento desportivo e ocorrerá no Qatar, um país que criminaliza a homossexualidade. Muito se tem falado sobre a (in)segurança de pessoas LGBT neste país e as declarações de várias pessoas sobre o tema têm sido contraditórias.

"O gramado do vizinho não é tão verde assim"

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Segundo levantamento da ILGA (Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Trans e Intersexuais), 70 países criminalizam a homossexualidade, o que representa 35% das nações membros da ONU (Organização das Nações Unidas). 

 

Federação de Futebol da Nigéria: Não interessa como jogas, diz-me quem tu amas

O campeonato mundial de futebol feminino decorre de 26 de Junho a 17 de Julho, na Alemanha, e para a Federação de Futebol da Nigéria a sexualidade das jogadoras é mais importante do que as suas qualidades técnicas em campo. A treinadora da selecção feminina de futebol da Nigéria, Eucharia Uche, declarou ao New York Times que considera o "lesbianismo" "um grande problema" e como solução prática, ao que parece, optou por perseguir e expulsar as mulheres da sua selecção nacional sobre as quais recai a suspeita de serem lésbicas.