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Nem na mata se encontram histórias assim

Maternidade Partilhada - Método ROPA

@marcialimasoares

Num conjunto de experiências a partir de 2013, julgo ter passado por quase tudo, no que diz respeito a tratamentos de fertilidade. Além de todas as análises ao sangue, ecografias, citologias e a mal-afamada histerossalpingografia (para verificar a permeabilidade das trompas), passei por duas inseminações falhadas (feitas na Clínica IVI – Sevilha).

 

"Comecei por recorrer ao SNS - uma conquista do 25 de Abril - mas acabei por desistir e optar por serviços de saúde fora do país"

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Com o fim da ditadura no 25 de Abril de 1974, houve enormes alterações a nível político e social, no entanto, do ponto de vista de género não houve abertura suficiente para que isso tivesse tido algum impacto em mim quando era criança.

Inseminação Artificial Caseira

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Em 2008, estive presente na marcha arco-íris de Lisboa. Era a minha primeira vez e tudo era novidade. Enquanto aguardava pelo início da caminhada, recebi um pequeno panfleto, que falava sobre inseminação artificial caseira. Eu desconhecia esta possibilidade, contudo, parecia-me um grito de revolta face à injusta lei da Procriação Medicamente Assistida (PMA), que não permitia que mulheres sem parceiro masculino recorressem a técnicas que lhes permitissem engravidar, algo que só viria a mudar em 2016.

 

Mpox em Portugal: DGS apela à notificação de casos suspeitos e à limitação dos contactos de casos activos

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Na tarde de terça-feira, 4 de Julho, a Direção-Geral de Saúde (DGS) realizou uma reunião com a comunidade para fazer um ponto da situação epidemiológica relativa à mpox (antes Monkeypox) e discutir medidas de controlo e prevenção. 

 

 

"Untitled. The Abortion Pastels" para ver e reflectir em Vila do Conde

Numa sociedade que é difícil ser uma pessoa trans, imagine-se ser gestante e trans e querer abortar

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O patriarcado, a misoginia, e a cisheteronormatividade têm impactos nos vários níveis da sociedade portuguesa, sendo de destacar os seus efeitos nos serviços de saúde de mulheres, pessoas não-binárias e trans.

Beijaço no Arco dos Livres

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Discurso por Márcia Lima Soares, a 1 de Junho de 2021, em Lisboa

 

Em primeiro lugar, tal como cada um de vós, que poderia estar em casa a ver uma série, a estudar ou a lavar a loiça, estou aqui, hoje, sentindo uma enorme satisfação por poder fazer parte deste momento de união, de luta, de empatia e que serve de aquecimento para a Marcha LGBTQI+, que terá lugar no próximo dia 19 de Junho

Lei de identidade de género: Cirurgias de reatribuição sexual aumentam em Portugal, mas não são suficientes

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Num momento em que se está prestes a discutir a nova lei de identidade de género no parlamento português, os meios de comunicação social desdobram-se em trabalhos sobre a realidade das pessoas trans em Portugal.

“Agora sinto-me livre, feliz e bem com o mundo à minha volta”

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Conhecemos Andreo Gustavo através do projecto Queer em Lisboa quando este deu uma entrevista conjunta com a sua irmã gémea.

Andreo tem 26 anos, estudou Direito e licenciou-se em Ciências Forenses e Criminais. Posteriormente dedicou-se ao estudo de desenvolvimento pessoal, nomeadamente Coaching e Psicologia. É Life Coach certificado internacionalmente e ajuda os outros a descobrirem a sua verdade e a viverem de acordo com ela nas suas vidas. “Este é o melhor trabalho que eu poderia ter: ajudar os outros a serem mais felizes” declara ao dezanove.pt antes de confidenciar um segredo: “tenho neste momento um projeto prestes a ser lançado: um livro!”

Quisemos saber mais e dar visibilidade a um jovem trans que efectuou a sua transição do feminino para o masculino. Hoje Andreo sente-se bem e é uma fonte de energia e inspiração conforme vais poder ler:

 

Júlia Pereira: "As pessoas trans não estão a ser respeitadas nos serviços de saúde e continuam a ser indevidamente tuteladas pelos profissionais da área"

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Júlia Pereira, actual dirigente da API – Acção Pela Identidade – ONG de defesa e o estudo da diversidade de género e características sexuais em Portugal e membro da  membro da TGEU – Transgender Europe, organização europeia de defesa dos direitos das pessoas trans, é a primeira mulher transexual a concorrer como deputada a um assento parlamentar no nosso país. Júlia Pereira, de 25 anos, integra as listas do Bloco de Esquerda pelo círculo de Setúbal.

Júlia Pereira tem, nos últimos anos, mostrado o seu trabalho entre a política e o activismo. Na política é militante do Bloco de Esquerda há vários anos e pertence, desde finais de 2014, à Mesa Nacional do partido. No passado mês de Maio a dirigente bloquista interveio numa audição inédita realizada na Assembleia da República sobre a necessidade de alterar as leis que regulamentam os direitos trans. Já no activismo coordenou o GRIT - Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade e foi a primeira mulher trans na direcção da ILGA Portugal.

Depois de que foi conhecida a sua candidatura às eleições legislativas de 4 de Outubro, Júlia tem-se desdobrado em entrevistas a vários órgãos de comunicação social em Portugal. Fica agora a saber ainda mais nesta entrevista: