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Agora que tanto se falou do Orçamento de Estado e que foi chumbado na quarta-feira falemos de orçamentos familiares e pessoais, mas também de solidariedade e empatia.

Sabemos que o que temos pela frente vão ser tempos difíceis a vários níveis, mas de onde destaco as situações a nível social. Temos uma crise internacional energética, temos uma época gripal a somar à pandemia covid e uma crise política para complicar mais estes tempos.

Vão ser tempos muito complicados para muitos portugueses, mas também para muitas pessoas da família arco-íris. Por se tratar de uma Comunidade onde há muita precariedade no emprego, situações sociais, de integração difíceis e muito desemprego, pois os trabalhos sazonais de Verão acabaram.

É tempo de empatizarmos-nos com todas essas vítimas de uma vida madrasta que infelizmente afecta muitas dessas pessoas. Elas precisam de nós. Elas precisam de ajuda.

Temos de reconhecer que a Comunidade LGBTQIA+ está organizada. Existem felizmente um grande número de associações, organizações e colectivos que se dedicam ao auxílio de pessoas desta Comunidade.
Mas questão ‘sine qua non’ é que precisam de ser apoiadas por quem tem essa possibilidade. Uma pequena ajuda também conta pois como diz o povo – grão a grão enche a galinha o papo.

Não é por estarmos a aproximar da época natalícia, é porque essas organizações funcionam todo o ano, fundamentalmente com o trabalho e dedicação de voluntários. Trata-se de precaver os tempos incertos que se avizinham.

Não espere por peditórios ou campanhas, não espere que estes organismos estejam no limite das suas possibilidades, não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.
Escolha uma, ou mais, organizações e de iniciativa própria contribua com e como pode. Contacte-as, informe-se melhor do trabalho que desenvolvem, quais as suas maiores carências e encontre a forma de ajudar dentro das suas possibilidades, que por vezes não é necessariamente em dinheiro, e pode fazer a diferença.

Estou certo que vai encontrar uma forma de ajudar tem por missão ajudar o próximo.
Lembre-se das tantas pessoas que dão o seu tempo procurando ajudar como podem, mas a boa vontade delas é muita vez insuficiente.
Ajude! Vai ver que não dói nada.

 

Miguel Rodeia