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Nem na mata se encontram histórias assim

Stonewall, o filme que pretende explicar o Orgulho LGBT, estreia em Setembro nos EUA (trailer)

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Para todos os movimentos e para todas as injustiças há um momento que muda a história. Na noite de 28 de Junho de 1969, no bar Stonewall Inn, na Christopher Street, Nova Iorque, EUA, nascia o que é considerado hoje, passados 46 anos, o movimento moderno de defesa das pessoas LGBT.

Roland Emmerich, 59 anos, conhecido realizador alemão, homossexual assumido, é conhecido sobretudo por gostar de destruir a terra nos seus filmes catástrofe de grande orçamento dos grandes estúdios americanos e propôs-se filmar o que ficou conhecido como “A Batalha de Stonewall”.

O enredo gira em torno de Danny (Jeremy Irvine) e do seu despertar político e a sua consciencialização da vida, que foge para Nova Iorque, deixando para trás a sua irmã, durante os dias e as semanas que antecederam a batalha de Stonewall.

O realizador de blockbusters quis filmar a história de onde começou o orgulho, o orgulho LGBT. Com argumento do criador da série americana “Irmãos e Imãs”, Jon Robin Baitz, com actores em ascensão como Irvine, Joey King, Jonny Beauchamp e com alguns já conhecidos como Jonathan Rhys Meyers e Ron Perlman, o filme era esperado com grande curiosidade. Desde que foi revelado esta semana o primeiro trailer, a película e o seu argumento, mas sobretudo Emmerich, têm sido alvos de grande e feroz crítica. O realizador e o argumentista são acusados de deliberadamente esconderem e quererem (re)contar uma história que não corresponde à verdade. 

O filme estreia nos EUA a 25 de Setembro.

Recentemente, em Junho último, o bar Stonewall Inn foi declarado monumento histórico, com este título o local não poderá ser restaurado sem autorização ou, por exemplo, ser demolido.

Luís Veríssimo