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Chains, o novo bar-club do Príncipe Real



 

 

Acaba de abrir no Príncipe Real (Lisboa) um novo bar-club. Trata-se do Chains, situado na rua Gustavo Matos de Sequeira, 42A. A inauguração decorreu este Sábado.

 

“É um bar warm up/transição para todos os homens que frequentam a noite de Lisboa, que gostam de dançar e de ouvir um bom som. É um espaço alternativo onde um pouco de fetiche é bem-vindo, mas não obrigatório”, descreve ao dezanove Miguel Ricardo, proprietário e gerente do Chains. Para breve estão prometidas festas temáticas, com dress code.

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O espaço vai buscar inspiração ao ambiente da noite gay da Europa Central, refere Miguel Ricardo. “Queria fazer algo diferente e inovador na noite gay masculina de Lisboa. Criar um local onde os homens gay possam estar sem o receio de se sentirem obervados ou criticados por terem fetiches diferentes das outras pessoas.” O Chains não se apresenta como um sex club, mas antes como um espaço para fantasias, tentações e algum exibicionismo.

De segunda a quinta o espaço funciona das 22 horas às duas da manhã. Nas vésperas de feriado, sextas e Sábados o horário estende-se até às três da manhã. Encerra ao Domingo. O preço das bebidas vai dos 2,50 euros até aos 22 euros. 

 

 

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8 Comentários

  • Anónimo

    Com a entrada a custar €6, nem 2 meses dura, a não ser que queira manter uma casa que não factura porque, ainda por cima, o cliente alvo é minoritário.
    O proprietário parece estar completamente alheado da realidade económica Portuguesa e do funcionamento da noite gay em Lisboa. Os clientes param onde a entrada for de borla e a cerveja barata, até serem horas de rumar às discotecas onde pagam entrada “a valer” e as bebidas custam os olhos da cara.

  • João Silva

    Mais um bar para HOMENS!… Digam lá que a “comunidade” LGBT não é uma verdadeira “comunidade” para todxs…….

  • Anónimo

    A realidade económica está a mudar: há turistas e estrangeiros para quem os 6 euros são como amendoins.
    quem pode, paga. Quem não pode, continua a ir aos outros, beber uma água lisa por 2,5€ (que vai dar no mesmo)

  • Emigrado

    Nao vivo em Lisboa, mas pergunto, nao podera haver um sobredimensionamento da oferta? Esse sobredimensionamento em alguns sectores e uma das principais razoes por que temos salarios tao miseraveis (se houvesse menos oferta os estabelecimentos que estivessem activos estariam melhor financeiramente e poderiam pagar salarios muito mais altos).

  • Anónimo

    Para já, parece ter uma coisa muito positiva que é não ter travecas até porque está mais que provado que bares que as têm não vingam em Lisboa, excepto o Finalmente que ninguém percebe porque caíu no goto das pessoas…

  • Anónimo

    Olhe que turistas e estrangeiros não são solução até porque o ano tem 4 estações e a febre não vai durar sempre…
    Tem o exemplo de um bar Lisboeta que tem entrada livre apesar de lá dentro haver um senhor que anda a cuscar se os clientes estão a consumir e recentemente mudou de nome de forma a esconder que é um bar gay para cativar turistas. Nem mudando de nome se está a safar porque basta lá ir para ver que tem 1/2 dúzia de clientes apesar de postarem no Facebook fotos antigas de ocasiões especiais em que esteve cheio…

  • Emigrado

    Eu vivo fora e aqui Lisboa nao tem digamos “nome” entre os gays. O mesmo nao se pode dizer das Canarias, Ibiza, Barcelona ou Madrid. O turista gay da Holanda, Alemanha, Inglaterra, Franca, EUA ou Escandinavia quando quer diversao nao escolhe certamente Lisboa. Uma minoria talvez, mas nao a larga maioria, que prefere outros destinos… por isso nao se fiem muito nos turistas.

    Mais. Com salarios duas e tres vezes mais baixos e carga fiscal nordica, os portugueses nao tem dinheiro para consumir na noite. E depois uma percentagem forte da populacao LGBT tem “medo” ou vergonha de ir a noite gay, embora passem a vida a cuscar nos perfis das redes sociais …

  • FF

    6 euros para entrar é baratísimmo, pff. Sendo que as discotecas gay em lisboa só abrem aos fds, este tipo de alternativas em lisboa parecem-me super viáveis.

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