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Europride: Marcelo Rebelo de Sousa recebeu associações que promovem a candidatura portuguesa

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O Presidente da República recebeu na passada sexta-feira no Palácio de Belém representantes das associações ILGA Portugal, Variações e rede ex aequo.

Estas três associações de defesa dos interesses das pessoas LGBTI estão na corrida para colocar Portugal como país anfitrião ao EuroPride no ano 2022. A realizar-se em Portugal, este evento movimentaria mais de um milhão de pessoas naquele que constitui o maior evento LGBTI anual na Europa. Para além de Portugal, que apresenta uma candidatura nacional, são candidatas também as cidades de Barcelona, Belgrado, Dublin e Maspalomas.

 

Foi a primeira vez que em Portugal um Presidente da República recebe uma comitiva LGBTI. Representaram a associação ILGA o presidente Nuno Pinto e a vice-presidente Ana Aresta, da parte da Variações estiveram presentes Kiki Pais de Sousa, da SaunaApolo 56 (secretária da mesa da assembleia geral) e Carlos Sanches Ruivo, do hotel Late Birds Lisbon (presidente da direcção da Variações) e ainda Tavares (presidente da direcção da associação de jovens LGBTI rede ex aequo). 

As associações LGBTI apresentaram ao Presidente da República a carta de candidatura que tinha sido entregue, em Janeiro último à EPOA (associação europeia responsável pelo EuroPride), onde é proposto um programa de dez dias em Setembro em 2022 a começar no Porto e a terminar em Lisboa. O programa inclui uma vila LGBTI+, concertos, conferências, actividades culturais e a Marcha EuroPride, noticiou o jornal Público.O anúncio da candidatura vencedora ao Europride 2022 será feito a 21 de Setembro em Bilbau.

O apoio à candidatura portuguesa não é, contudo, unânime dentro da comunidade LGBTI. O colectivo Braga Fora do Armário está contra esta candidatura: “As marchas não podem ser eventos turísticos com tanto que ainda há para fazer”, defendeu Pedro Godinho, membro do colectivo bracarense. 

Recorde-se ainda que Marcelo Rebelo de Sousa vetou em Maio do ano passado a Lei de Identidade de Género, que viria depois a ser novamente aprovada pelo Parlamento. 

 

Notícia actualizada a 24 de Julho para incluir referência ao veto presidencial