a saber

Perguntamos à nossa comunidade: “Num cenário ideal, como seria a tua relação?”



As respostas revelam que, apesar da crescente diversidade de modelos de relação, a exclusividade continua a ocupar um lugar central no imaginário relacional.

Resultados da sondagem:
46,3% – Preferem uma relação exclusiva a todos os níveis
23,8% – Optam por uma relação emocionalmente exclusiva, mas sexualmente flexível
11,3% – Escolhem uma relação aberta com regras definidas
5% – Idealizam uma relação totalmente aberta
3,8% – Preferem uma relação sem rótulos definidos
2,5% – Optam por algo casual sem compromisso
7,5% – Afirmam não procurar relação

A maioria das respostas (46,3%) aponta para um ideal de exclusividade total, demonstrando que o modelo tradicional continua a ser a referência predominante.

No entanto, uma percentagem significativa prefere algum grau de abertura. Entre modelos emocionalmente exclusivos mas sexualmente flexíveis, relações abertas com regras e relações totalmente abertas, percebe-se que a não-monogamia já integra o horizonte relacional de muitos, ainda que frequentemente enquadrada por limites e acordos.

As opções sem rótulos definidos ou sem compromisso surgem com valores reduzidos, contrariando a ideia de que a informalidade seja dominante.

Por fim, 7,5% indicam não procurar qualquer relação, sublinhando que a ausência de vínculo também pode ser uma escolha legítima e consciente.

Os dados mostram que, mais do que uma oposição entre exclusividade e abertura, o que está em causa é a definição de limites, expectativas e formas de compromisso num contexto onde os modelos relacionais são cada vez mais diversos.

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Participa já no novo inquérito a decorrer no site.

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