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O que há para ver no IndieLisboa 2017 (com vídeos)

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Os dias do Festival Internacional do Cinema Independente de Lisboa já começaram no dia 03 de Maio, quarta-feira. Mas ainda há muito cinema, algum LGBTI, para ver na edição de 2017 do IndieLisboa, que decorre até ao dia 14, Domingo.

 

Um dos motes da edição deste ano do IndieLisboa é pensar a sexualidade. Apontando o dedo ou de forma mais discreta, num relato e num diálogo com os espectadores e as películas propostas. Estes são os filmes que, de maneira mais próxima, pensam (ou reflectem) a sexualidade e as questões de géneros.

 

Longas-metragens:

“Venus” (Dinamarca e Noruega, 2016), de Lea Glob e Mette Carla Albrechtsen Silvestre
Duas realizadores começam uma investigação baseada na sua própria sexualidade para entender o desejo, não apenas sexual, de um ponto de vista feminino. Para as ajudar mais de cem mulheres comuns responderam a um casting para falar da sua sexualidade, os seus desejos, as suas fantasias, as suas frustrações e os seus medos, com a franqueza de uma confissão, sem julgamentos, nem medo ou vergonha, num espaço seguro para a sexualidade feminina.
Sessões:
5 de Maio, sexta-feira, às 21h45, Pequeno Auditório, Culturgest;
14 de Maio, Domingo, às 19h15, Pequeno Auditório, Culturgest.

 

“A Cidade do Futuro” (Brasil, 2016), de Cláudio Marques e Marília Hughes | Silvestre
Milla, Gilmar e Igor, uma rapariga grávida e dois rapazes gays, formam fora dos padrões e mal vista pela comunidade. Num filme que relata uma ficção durante um acontecimento histórico Cláudio Marques e Marília Hughes propõem neste filme um objecto feito de oposições.
Sessões:
12 de Maio, sexta-feira, às 19h; Sala Manoel de Oliveira, Cinema São Jorge;
13 de Maio, Sábado, às 18h; Cinema Ideal.

 

 

“Benjamin Smoke” (EUA, 2000), de Jem Cohen e Peter Sillen | Herói Independente
Sem apelido conhecido, vocalista dos Opal Foxx (mais tarde Smoke), drag queen, homossexual, dependente de drogas, com VIH e Hepatite C, criatura renegada, etérea e acelerada. Será/era assim Benjamim? “Benjamin Smoke” é o retrato de uma pessoa que se encaminha para a morte, depois de ter vivido uma vida sem freios e sem nunca pedir desculpa por ser quem era.
Sessões:
13 de Maio, Sábado, às 21h45; Sala Manoel de Oliveira, Cinema São Jorge.

 

 

“Once More” (França, 1987), de Paul Vecchiali | Herói Independente
Composto por dez episódios, que retratam um momento da vida de Louis a cada ano, entre 1978 e 1987, o filme conta, em planos-sequência, a história de um homem de quarenta anos que deixa a mulher, os filhos e os emprego pela liberdade que nunca tivera, apaixonando-se por Frantz.
Sessões:
10 de Maio, quarta-feira, às 15h30; Sala Félix Ribeiro, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema;
12 de Maio, sexta-feira, às 18h30; Sala Luís de Pina, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema.

 

Curtas-metragens:

“Protokolle” (Alemanha, 2017), de Jan Soldat | Silvestre
Jan Soldat prossegue os seus retratos sobre a sexualidade e o fetiche, em “Protokolle” fala com homens que desejam ser abatidos e comidos.
Sessões:
5 de Maio, sexta-feira, às 18h45; Sala 3, Cinema São Jorge;
13 de Maio, Sábado, às 23h30; Sala 3, Cinema São Jorge.

“Sergei/Sir Gay” (França e EUA, 2017), de Mark Rappaport | Silvestre
O decano Mark Rappaport continua a inventar biografias fictícias para as grandes figuras do cinema. Desta vez, foi Sergei (Sir Gay) Eisenstein.
Sessões:
5 de Maio, sexta-feira, às 18h45; Sala 3, Cinema São Jorge;
13 de Maio, Sábado, às 23h30; Sala 3, Cinema São Jorge.

“Os Cuidados que se Tem com o Cuidado que os Outros Devem ter Consigo Mesmos” (Brasil, 2016), de Gustavo Vinagre | Silvestre
O rebuliço ouve-se lá fora, mas, dentro de portas, a liberdade está primeiro: “Os Cuidados que se Tem com o Cuidado que os Outros Devem ter Consigo Mesmos” é um manifesto queer.
Sessões:
7 de Maio, Domingo, às 18h45; Sala 3, Cinema São Jorge;
14 de Maio, Domingo, às 16h15; Sala 3, Cinema São Jorge.

“A ton âge le chagrin c’est vite passé” (França, 2016), de Alexis Langlois | Competição Internacional
Billie sofre de um desgosto de amor, mas felizmente as suas amigas estão lá para ajudar: “A ton âge le chagrin c’est vite passé” é um musical queer-punk irreverente.
11 de Maio, quinta-feira, às 19h15; Pequeno Auditório, Culturgest;
12 de Maio, sexta-feira, às 21h45; Pequeno Auditório, Culturgest.

 

Luís Veríssimo

Fonte: IndieLisboa