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Crónica de José António Saraiva dá origem a t-shirt e ajuda a identificar cão gay

"Senhor arquitecto, estou de preto, tenho um torcicolo e ando de elevador. Serei gay?" A empresa Cão Azul começou a comercializar uma t-shirt com esta frase, como resposta às reacções que a crónica de José António Saraiva está a gerar. A t-shirt, que pode ser adquirida online em várias cores, custa 11,95 euros.

 

Desde que o texto do director do semanário Sol foi divulgado têm surgido várias respostas bem-disposta. Bruno Nogueira dedicou esta semana uma crónica do Tubo de Ensaio da TSF ao caso. Para se ter uma ideia, no site da rádio, a crónica da responsabilidade do humorista e de João Quadros já foi ouvida 11 mil vezes através da internet, quando o crónica do dia anterior não foi além das 2.500. No próprio site do Sol, a crónica do director do jornal é o texto com mais visualizações, tendo já passado o patamar das 78 mil.

Na revista digital Vice, David Pinheiro Silva decidiu esmiuçar a questão na crónica: "Coisas Sérias: Chiado, Gays e o Arquitecto Saraiva". "Saraiva resolveu dar uma de David Attenborough, mas em modo homofóbico. Um naturalista da urbe a admirar uma cultura "estranha", a intriga e o fascínio são evidentes nas suas palavras, quase que o consigo ouvir em voz off por cima de uma panorâmica do Chiado", escreve. Num tom humorado, apresenta até um cão gay, de acordo com os padrões do director do Sol.

Outra das respostas que está a circular pelas redes sociais é da responsabilidade de Hugo Alves, em que o autor, a partir do texto original de José António Saraiva substitui, parágrafo a parágrafo, a "questão" homossexual pela do fascismo. "À minha frente, no elevador, está um velhote dos seus 64 ou 65 anos. Pelo modo como olha de forma reprovadora, fala sobre o tio que foi ministro de Salazar e debita preconceitos, percebo que é fascista", assim começa o texto.

O suplemento Inimigo Público, publicado no Público, escreve: "Crónica de arquitecto Saraiva não saiu em Angola para não ofender a comunidade gay de Luanda".  "A crónica homofóbica de Saraiva foi substituída por um anúncio em que o director do jornal está dentro de um elevador a inclinar ligeiramente a cabeça e abraçado a vários executivos gay da Sonangol", escreve o suplemento humorístico do Público. O semanário Sol é detido por um grupo angolano.

 

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