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Coimbra: Despatologização da transexualidade em debate

Sensibilizar a população é um dos objectivos que leva a PATH (Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia) a organizar esta segunda-feira, 30 de Janeiro, uma tertúlia dedicada ao tema da despatologização da transexualidade.

Por despatologização entende-se a retirada da transexualidade do manual DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), que será revisto este ano, bem como da Classificação Internacional de Doenças (ICD) cuja revisão ocorrerá em 2014.

 

Para debater o tema em Coimbra estarão presentes o médico Bruno Maia, Nuno Miguel Ropio, jornalista que acompanhou a aprovação da lei de identidade de género em Portugal, Ema Sofia Alves, enfermeira, e Hernâni Caniço, médico e Presidente da Saúde em Português.

A par da sensibilização da população para a despatologização da transexualidade pretende-se promover a partilha de conhecimentos e debate sobre sexualidades, identidades e liberdades individuais.

 

Desde 1952 existiram quatro revisões para o DSM. Durante este ano decorre uma campanha internacional designada por Stop Trans Pathologization-2012, que pretende influenciar a quinta revisão do manual, o DSM-V. O manual é o instrumento literário base para profissionais da área da saúde mental e que lista diferentes categorias de transtornos mentais e define critérios para diagnosticá-los, de acordo com a Associação Americana de Psiquiatria (APA).

 

Este Domingo uma iniciativa online na rede social de microblogging Twitter, assinalou o Dia da Visibilidade Trans. A ideia, designada em termos informáticos por twittaço, partiu de activistas brasileiros que pretendiam assinalar online o dia 29 de Janeiro com a hashtag #respeitotrans. Mensagens como “Por um sistema de saúde pública que proteja tds, oferecendo tratamento hormonal e acompanhamento médico.  #respeitotrans “ ou “Dia da visibilidade TRANS #respeitotrans Que a gente consiga olhar o diferente com respeito e humanidade” podiam ler-se online.

 

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