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Nem na mata se encontram histórias assim

Manifestação no Porto para que “nenhum crime de ódio saia impune”

sara.jpgO caso tem tido elevada cobertura mediática nos últimos dias e vai dar origem a uma concentração esta terça-feira no Porto, às 20h. Após o fim duma noite de trabalho, Sara Vasconcelos, 28 anos, dirigiu-se acompanhada por uma amiga até a um táxi. Entrou no táxi, deu o destino e despediu-se da amiga com um beijo na boca. Depois de ter dado as indicações, o taxista disse-lhe para sair da viatura e agrediu-a com socos e pontapés.

"Perguntei-lhe a razão, mas ele insistiu. Quando pus a mão no puxador da porta ele saiu e deu-me logo um soco. Fui até à frente do carro para anotar o número, mas ele atirou-me ao chão e andou comigo a rodopiar, arrastando-me até ao outro lado da rua. Ali me deixou e depois fugiu. O mais sinistro é que ele não disse uma palavra. Só se riu enquanto me agredia", afirmou Sara Vasconcelos ao JN, que é gerente de um bar no Porto. Segundo a vítima, dois outros taxistas terão assistido à cena e nada fizeram para evitá-la, nem para a socorrer.

A manifestação vai decorrer na Praça da República, onde ocorreu a agressão. Sara Vasconcelos estará presente e irá ler um comunicado. “Em pleno séc. XXI, não podemos admitir que mais nenhum crime de ódio saia impune. Temos direitos a andar na rua sem medo”, referem os promotores da iniciativa.

 

Imagem TVI

Notícia editada com acréscimo dos vídeos da CMTV a 15 de Dezembro

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