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Activistas LGBT de Singapura querem apoio para poder amar (vídeo)

Tens amigos ou familares que são lésbicas, gays, bissexuais ou transgéneros? O que significa para ti apoiar a sua liberdade de amar? O que é que este apoio simboliza e como é que pode ser traduzido?

Estas são algumas das questões que o grupo Pink Dot quer ver respondidas depois do vídeo promocional que convida todos os habitantes de Singapura a participar num evento que pelo terceiro ano celebra o amor entre pessoas LGBT e alerta, em simultâneo para a invisibilidade e falta de acção aquando de situações de homo e transfobia.

Segundo a legislação em vigor apenas os singapurenses e os residentes permanentes naquele país poderão participar no evento em favor da igualdade da comunidade LGBT, marcado para Sábado, 18 de Junho, no Parque Hong Lim. Turistas e cidadãos estrangeiros não poderão participar no evento, apenas assistir num local específico.

Paerin Choa porta-voz da Pink Dot disse: “Acreditamos que o Pink Dot 2011 dará um passo em frente para termos uma Singapura mais inclusiva e coesa. Em eventos anteriores vimos pessoas de diferentes procedências – novos, velhos, heteros, gays, famílias e amigos. É extremamente reconfortante saber que os singapurenses acreditam que é possível construir uma sociedade mais tolerante e harmoniosa”

O código penal de Singapura considera a homossexualidade ilegal (punida até dois anos de prisão) entre homens e legal para as mulheres, desde que em privado. Neste país asiático só é possível mudar de género em documentos oficiais depois de realizada uma cirurgia de redesignação sexual.

 

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