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Nasce associação pela identidade

Uma nova associação lutará pelas questões da identidade de género. Será a Associação pela Identidade (API).

Em comunicado os membros do recentemente autonomizado GRIT - Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade, esclarecem que doravante, adoptam “o nome de Associação pela Identidade – Intervenção Transexual e Intersexo, prevendo oficializar-se como associação de solidariedade social com brevidade.”  Por seu lado, o GRIT mantém-se, com esta denominação, como sendo uma unidade da associação ILGA Portugal, com a responsabilidade de cuidar dos temas relacionadas com os direitos das pessoas transexuais, dentro desta mesma associação.

A API torna-se, assim, uma unidade autónoma e complementar ao movimento LGBT, com o objectivo de reflectir e intervir em exclusivo nas temáticas da transexualidade, e também da intersexualidade de forma a explorar as afinidades e diferenças entre estas duas condições. No mesmo comunicado pode ler-se que a API descende directamente do GRIT mas também, “indirectamente e em parte, da extinta ªt. – Associação para o Estudo e Defesa do Direito à Identidade de Género”. A API nasce um dia após a reaprovação da Lei de Identidade de Género na Assembleia da República e poucos dias antes da data em que se assinalam cinco anos sobre a morte de Gisberta Salce Júnior, a mulher transexual que foi barbaramente assassinada no Porto.

A primeira iniciativa pública com a presença da API está marcada para dia 26 de Fevereiro às 21h00, no centro LGBT em Lisboa. Em agenda está uma tertúlia de reflexão organizada pela associação rede ex aequo e pelo GRIT sobre a memória de Gisberta Salce Júnior e que contará com as intervenções da psicóloga Carla Moleiro, da jornalista Fernanda Câncio, de Joana Almeida (em representação da ILGA Portugal) e de Júlia Mendes Pereira (GRIT e API).

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