Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Cinco factos que precisas de saber sobre o massacre de Orlando

Omar-Mateen-2A.jpg

 

Omar Mateen. Este homem de 29 anos (nas fotos) é o autor do massacre na discoteca Pulse, em Orlando, que vitimou 50 pessoas. É o maior ataque nos Estados Unidos desde o 11 de Setembro. Omar Mateen era natural de Fort Pierce, também na Florida e que fica a 200 quilómetros a sul de Orlando.

“Sabemos que ele tinha sido alvo de investigação no passado. Ele não estava no centro das investigações, mas era suspeito de ter ligações com radicais islâmicos e simpatias pela ideologia radical islâmica”, disse uma fonte à CNN. Os pais têm origem afegã e já vieram a público dizer que a religião não estará na base do crime. A família assegura que Mateen não era religioso, mas confirmam era homofóbico e violento. A ex-mulher, por exemplo, tinha sido vítima de violencia doméstica.

O pai de Mateen, Mir Seddique, disse à imprensa que, recentemente, o autor do massacre tinha ficado furioso, depois de ter visto dois homossexuais a beijarem-se numa rua de Miami. Omar Mateen morreu durante o ataque à discoteca.

 

A história do Pulse. O bar Pulse abriu portas em 2004, pelas mãos de Barbara Poma e Ron Legler. O bar pretendia ser uma homenagem ao irmão de Poma, John, que morreu de sida. O nome do espaço, aliás, remetia para o batimento do coração de John. Os sócios pretendiam que o Pulse fosse um veículo para apoiar a comunidade LGBT. Entidades como Equal at UCF, Make A Wish, Zebra Coalition, Equality Florida, Out4Immigration, Miracle of Love, Hope and Help, Come Out With Pride e Gay Games Orlando 2018 tiveram o apoio financeiro do Pulse. Orlando pretende receber os Gay Games de 2018.

 

As palavras de Obama. O presidente dos Estados Unidos numa comunicação ao país pediu aos americanos que não se esquecessem de que “um ataque a qualquer americano, independentemente de raça, etnia, religião ou orientação sexual, é um ataque contra todos nós. Embora ainda seja cedo, sabemos o suficiente para dizer que este foi um acto de terror e um acto de ódio”. Obama também criticou ainda o actual sistema de acesso a armas no país. “O massacre lembra-nos como é fácil para uma pessoa conseguir uma arma que lhe permita atirar contra outros numa escola, num teatro, numa igreja ou numa discoteca”, apontou.


Estado Islâmico reivindicou o ataque. Num comunicado divulgado pela agência que divulga as actividade do Estado Islâmico, é avançado que Omar Mateen seria “um combatente” do Daesh. “O ataque armado que visou um clube para homossexuais na cidade de Orlando, no estado norte-americano da Florida, deixando mais de 100 mortos e feridos, foi perpetrado por um combatente do Estado Islâmico”, afirmou a agência.

 

Pedidos para doar sangue. No pico da assistência aos feridos, o hospital de Orlando pediu aos habitantes da cidade para doarem sangue. Segundo a organização OneBlood os tipos de sangue mais procurados seriam o O-, O+ e Plasma AB. No entanto, os homossexuais, à semelhança do que acontece em vários países, estavam impedidos de doar sangue.

10 comentários

Comentar