Deputados do PSD, CDS e PS continuam a não querer que casais de pessoas do mesmo sexo tenham a possibilidade de adoptar

A associação de Mães e Pais pela Liberdade da Orientação Sexual e Identidade de Género apresenta um novo logótipo. A escolha da nova imagem foi sujeita a um processo de votação que envolveu mães, pais e amigos da associação e recaiu na proposta da designer gráfica Sofia Frazão. Os losangos das pontas simbolizam os dois progenitores com um filho ao meio, que é mais do que simples somatório dos progenitores, possuindo a sua própria identidade.
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O cenário social e político melhorou nos últimos três anos, mas bastaria uma só história de uma família infeliz para Margarida não baixar os braços. A voz emocionada de Margarida transmite as angústias, mas também as alegrias de um número crescente de mães em Portugal. Margarida Faria é a presidente da AMPLOS, a Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género que comemorou este Sábado três anos.

Foi há uma semana mediatizado o caso do pai que quis entregar o filho menor numa esquadra de polícia, depois de o ter seguido até um estabelecimento nocturno de diversão, no Porto, frequentado maioritariamente pela comunidade homossexual. O caso suscitou inúmeras reacções e é o ponto de partida para abordar o tema das relações entre pais e filhos LGBT.
Como é ser pai ou mãe de um filho ou filha homossexual em Portugal?
Que mecanismos existem e como ultrapassar as dificuldades que pais e filhos enfrentam no processo de coming out?
São algumas das questões para que procuramos respostas na entrevista a Margarida Faria, presidente da Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual, a AMPLOS: