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Quebrando Tabus: assiste a 7 séries que vão te desconstruir

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De alguns anos para cá vemos a inclusão da comunidade LGBTQI+ cada vez mais forte em séries, filmes e telenovelas ocupando espaços como protagonistas ou com personagens de destaque. Esta representatividade é importante porque dá voz às chamadas ‘minorias’, que de minorias é somente o nome. Pois somos milhares ao redor do mundo.

 

Numa época com muitos serviços de streaming e redes sociais, a nova geração tem se fixado e mostrado ao que vem. Sem tabus, os conteúdos transmitidos no ecrã dos nossos aparelhos eletrónicos estão cada vez mais desconstruídos e diversificados.

A série Pose é um exemplo de temas polémicos de como o convívio do VIH, a transfobia dentro da comunidade gay e a pressão social para o estereótipo feminino da época, já que a série se passa nos anos 80 e nos traz uma reflexão para os dias de hoje.

Também vale destacar que a série Pose possui o maior elenco transexual da história. A trama foi bem aceite na estreia e aclamada pela crítica. A Vanity Fair descreveu como uma série “ousada e necessária”. 

Em 2019 o protagonista de Pose, Billy Porter entrou para a história dos Emmy Awards ao levar a estatueta de Melhor Actor em Série de Drama. Ocupar estes espaços de representatividade nos ajudará a evoluir como sociedade.

É importante lembrar que todas as conquistas são reflexos de muitas lutas que foram travadas ao longo da história por direitos sociais, acesso à educação e garantia de um sistema de segurança e justiça para toda a população LGBTQI+.

 

Confere aqui as sete séries de maior representatividade LGBTQI+:

Feel Good: A comediante de stand-up Mae Martin encara o relacionamento com a sua namorada e enfrenta os desafios da sobriedade.  A série é uma espécie de biografia da própria actriz, Mae Martin, cuja personagem leva o mesmo nome.

 

 

Pose: A série traz como cenário a Nova York dos anos 80 e 90 e acompanha a vida de um grupo de pessoas, entre elas gays e transexuais que participam de competições conhecidas por bailes, uma maneira que a comunidade LGBTQIA+ encontrou para viver os sonhos numa época marcada por lutas pela sobrevivência e contra a sida.

 

Sex Education: Otis é o personagem adolescente que vive com sua mãe, uma terapeuta sexual. Apesar de não ter perdido a virgindade, ele é uma espécie de especialista em sexo. Junto com Maeve, colega de classe rebelde, ele resolve montar a sua própria clínica de saúde sexual para ajudar outros estudantes da escola.

 

Please Like Me: Depois da namorada o ter deixado, Josh percebe que é gay, dorme com um rapaz atraente e vai morar com a sua mãe. Agora, além de fazer de tudo para que a sua família aceite a sua orientação sexual, ele embarca num novo e complicado relacionamento homossexual.

 

Ratched: Em 1947, Mildred Ratched começa a trabalhar como enfermeira num hospital psiquiátrico, mas por trás da aparência impecável, existe uma alma sombria. Os personagens LGBTQ da trama são tratados como se tivessem transtornos mentais, e médicos e enfermeiras tentam “curar” a sexualidade.

 

Special: Um jovem gay com paralisia cerebral abandona os tempos de isolamento na busca da vida que sempre quis. Entre os seus novos objectivos estão conquistar o primeiro emprego, a liberdade de morar sozinho longe da sua mãe e iniciar um relacionamento amoroso. Mas realizar esses sonhos vai ter um custo alto para o jovem.

 

Young Royals: Ao entrar no colégio interno Hillerska, finalmente o Príncipe Wilhelm tem a chance de explorar a sua verdadeira personalidade. Ele começa a sonhar com um futuro de liberdade longe dos protocolos sufocantes da realeza.

 

Alex Gonçalves, em São Paulo