Deputados do PSD, CDS e PS continuam a não querer que casais de pessoas do mesmo sexo tenham a possibilidade de adoptar

Wanda Stuart é mais uma figura pública que se soma ao projecto Tudo Vai Melhorar contra o bullying. No seu testemunho a vencedora da terceira edição do programa "A Tua Cara Não Me É Estranha" (TVI) revelou que na escola era chamada de diferente, mas que isso acabou por a tornar mais forte.

João Torres, secretário-geral da Juventude Socialista (JS), é o mais recente rosto na luta contra o bullying. João Torres, que sucedeu no final de 2012 a Pedro Delgado Alves na liderança da JS, é o primeiro político a participar no projecto Tudo Vai Melhorar.

Faltam poucas horas para as doze baladas que farão transitar 2012 para 2013. Antes das notícias dos aumentos, e antes também que mais medidas de austeridade cheguem, aqui ficam algumas sugestões para entrar no ano que se avizinha.

O conhecido jornalista Júlio Magalhães é o mais recente apoioante do projecto "Tudo Vai Melhorar" (TVM). O jornalista e Director Geral do Porto Canal deixou esta quinta-feira o seu apoio em formato vídeo.

Os irmãos Nélson e Sérgio Rosado juntaram-se ao projecto "Tudo Vai Melhorar". Os cantores que formam os "Anjos" dão o seu testemunho de esperança aos jovens vítimas de bullying.

Carolina Torres e Maria Botelho Moniz são as mais recentes figuras públicas a juntarem a sua voz contra o bullying.

Já são conhecidos os primeiros testemunhos de apoio aos jovens LGBT vítimas de bullying em Portugal e que foram gravados no âmbito da campanha Tudo Vai Melhorar, a versão portuguesa de “It Gets Better”, criada em 2010 pelo activista Dan Savage, após várias mortes de adolescentes que chocaram a América.

José Castelo Branco é a primeira figura pública portuguesa a dar a cara pela campanha “Tudo Vai Melhorar” que arrancou este Sábado no Porto.

A versão portuguesa do projecto de apoio aos jovens LGBT vítimas de bullying arranca a 10 de Novembro no Porto. A apresentação de “Tudo Vai Melhorar” irá decorrer na sede da CASA – Centro Avançado de Sexualidades e Afectos, o afiliado oficial do reconhecido projecto It Gets Better.

Na passada terça-feira a associação CASA deu a conhecer um novo caso de discriminação de homossexuais aquando de uma doação de sangue promovida pelo Instituto Português de Sangue e da Transplantação e realizada no Instituto Superior Técnico em Lisboa. Em causa estão pelo menos três estudantes universitários, do sexo masculino, que viram ser recusadas a sua doação de sangue por terem mantido relações homossexuais.

Pelo menos três estudantes universitários, do sexo masculino, viram ser recusada a doação de sangue por terem tido relações homossexuais. Segundo denuncia a CASA (Centro Avançado de Sexualidades e Afectos) os estudantes foram questionado se já tinham tido "comportamentos homossexuais". Perante a resposta positiva, foi-lhes vedada a possibilidade de doarem sangue.

A associação portuense CASA - Centro Avançado de Sexualidades e Afectos será a afiliada portuguesa da iniciativa norte-americana cujo objectivo é apoiar jovens LGBT alvo de bullying através de testemunhos em vídeo.

A ONG portuense CASA que em Julho apelava ao não encerramento conseguiu inverter a situação. Em declarações ao dezanove.pt, Manuel Damas, presidente da associação disse que “em termos financeiros as 'coisas' ainda estão muito complicadas dado que conseguimos renegociar as dívidas principais, mas tal não significa que a situação esteja resolvida... está adiada. Todavia, com os concursos efectuados e a efectuar para o POPH [Programa Operacional Potencial Humano], a serem aprovados, o que temos sérias esperanças, a situação ficará definitivamente resolvida”.

A associação portuense CASA - Centro Avançado de Sexualidades e Afectos retrata a sua actual situação financeira como “verdadeiramente dramática”.

"Estamos uma vez mais na rua por todos nós, mas acima de tudo por todas e todos aqueles que ainda hoje, no século XXI, não podem estar aqui connosco." Foi desta forma que terminou o Manifesto da Marcha do Orgulho LGBT que este Sábado saiu às ruas do Porto. Como é hábito, a leitura do Manifesto decorreu em plena rua de Santa Catarina, com os manifestantes sentados o chão a ouvir as reivindicações. A principal rua comercial da cidade ficou cheia, entre "marchantes", pessoas a circular e outras sentadas as esplanadas a assistir ao que se passava.