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Especial Dia dos Namorados e das Namoradas: Histórias de Amor visíveis e não visíveis

Amor LGBT Dia dos Namorados e das Namoradas.jpeg

É cliché, sabemos, mas no dia 14 de Fevereiro alinhamos os ponteiros com o Amor.  

Pedimos a vários casais que partilhem connosco um pouco da sua relação com os nossos leitores.  

“Tentamos ser discretas para evitar episódios de confronto pouco saudável”

J e L.jpg

Directas e sucintas, J e L, vivem e trabalham na Grande Lisboa. A sua relação é assumida para o seu núcleo mais importante: a família e os amigos. De resto não o fazem de forma pública, e tão pouco no trabalho, onde defendem que ser lésbica não tem de fazer parte da apresentação. A não ser que perguntem directamente, mas fará isso sentido? Vamos ficar a saber abaixo:

"Estar de mãos dadas no Trumps é diferente de estar de mãos dadas num estádio de futebol"

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PM e Rui Rebuçado têm 35 e 43 anos, respectivamente. Acham-se o super-sexy um do outro há sete anos, desde aquela noite no Bairro Alto. Vivem e trabalham na Grande Lisboa. Explicam ao dezanove.pt que nem toda a gente aprecia ou se sente confortável com manifestações públicas de afecto.

"Amo cada detalhe, recanto e reviravolta dela"

M. e A. são duas jovens de 21 e 25 anos que vivem em Braga e em Coimbra. Namoram há um ano, quatro meses e 20 dias. Não se assumem de forma pública devido à família. Segundo uma das entrevistadas é impensável que os seus pais saibam lidar com a discriminação que a sua sexualidade pode provocar.

Três histórias de amor LGBT não visíveis

histórias de amor LGBT gay.jpg

No passado dia 14 de Fevereiro o dezanove.pt publicou um Especial Dia d@s Namorad@s com cinco entrevistas a casais apaixonados e que podiam dar a cara pelo seu relacionamento. Na preparação destas entrevistas recebemos várias recusas de casais. Alguns casais revelaram que não se sentiam à vontade para serem entrevistados, uns alegavam razões de trabalho, outros a não aceitação da família. No entanto, estes casais perguntaram-nos se não podíamos falar do outro lado da moeda: “nem todos podem assumir o seu amor publicamente, mas isso também merecia ser contado”. Foi isso que fizemos agora.