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Os direitos humanos e as pessoas LGBTI+ num ano marcado pela pandemia COVID-19

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A 10ª edição do relatório anual da ILGA Europa, que se dedica a documentar o progresso e tendência em relação à situação dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ na Europa e Ásia Central em questões como os direitos das pessoas trans, intersexo e famílias arco-íris, foi divulgado esta terça-feira, dia 16 de Fevereiro, oferecendo-nos uma visão dos acontecimentos ao longo do ano de 2020 sobe o ambiente pandémico e emergências causadas pela COVID-19.

 

Rússia: Casal gay em “perigo de vida” por ser detido e enviado para a Chechénia, afirma ONG

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A organização não governamental de apoio às pessoas LGBTI The Russian LGBT Network fez a denúncia no final da semana passada: um casal gay que estava a receber apoio depois de ter conseguido fugir da Chechénia foi detido e enviado de volta para a região. A Euronews também já noticiou o caso.

 

 

Intolerância crescente contra a população LGBTI na Polónia (com vídeos)

Foto: Silar Wikimedia CC BY-SA

Actualmente a Polónia tem vivenciado um aumento do discurso de ódio e discriminação contra as pessoas LGBTI. Exemplos disso são as situações, cada vez mais frequentes, de grupos organizados que invadem e perturbam desfiles de orgulho LGBTI realizados em várias cidades polacas.

 

Portugal, um longo caminho para a igualdade…

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No passado dia 14 de Maio, várias foram as plataformas de comunicação social portuguesa a noticiar o mais recente estudo da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA), sobre a discriminação e crimes de ódio contra pessoas LGBTI+.

Campanha pelos Direitos LGBTI junta Secretária de Estado, figuras públicas e activistas

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A campanha #DireitosLGBTISãoDireitosHumanos foi divulgada pela Comissão pela Igualdade de Género esta sexta-feira em modo de antecipação ao Dia Nacional e Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, que se assinala no próximo Domingo.

 

 

“Abril é amor, Abril é de todas as cores!”

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46 anos de Abril e de lutas LGBTQI+ em Portugal

Celebramos 46 anos de democracia, 46 anos que Portugal e suas colónias acordaram de um período de repressão e de ditadura sangrenta. Fruto de uma madrugada libertadora em que os capitães de Abril, junto com a força revolucionária popular, romperam com a cegueira de uma guerra forçada e sem fim à vista, abrindo as portas à Democracia, à Igualdade, à Justiça Social, à Paz e Solidariedade. Estes foram tempos de afirmação, renovação, de sonhos e de perseguição de utopias de um povo que durante uma vida não soube mais do que viver de uma alegria reprimida pela ignorância propagandeada pelo Estado Novo.

 

 

Emanuel Caires: "Começar a fazer activismo na Madeira não foi fácil"

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Para mim, a Revolta de Stonewall é uma referência e uma inspiração. Não só este episódio em específico, mas todas as pessoas que, principalmente depois da 2.ª Guerra Mundial, reagiram às agressões de que eram alvo diariamente, e às constantes violações de direitos humanos que atingiam a comunidade LGBTI+. Vejo Stonewall como o início do fim da repressão.

 

 

António Serzedelo: 50 anos de Stonewall e o activismo em Portugal

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50 anos da Revolta de Stonewall, 28 de Junho 1969, marcam o início das lutas Gays, hoje chamadas LGBT+ pelos seus Direitos Civis e Humanos.

 

 

Noé João: "Ainda há pessoas que são oprimidas e invisibilizadas"

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A  Revolta de Stonewall, do dia 28 de Junho de 1969, significa para mim o estalar do verniz relativamente a toda e qualquer tipo de violência e discriminação contra a população LGBTI+, arrastando consigo, a discriminação de outras minorias naquele contexto específico. Como foi o caso de Marsha P. Jonhson, uma mulher trans negra e activista, que esteve engajada na luta dos negros/negras LGBTI+, e que confrontou o sistema do patriarcado.

 

 

Cinquenta anos de orgulho

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“Nunca compreendes realmente alguém

até que considerares as coisas desde o seu ponto de vista...”

― Harper Lee, Não matem a cotovia 

 

Junho de 1969, Nova Iorque. 

No bairro de Greenwich Village, o dia 28 de Junho e os dias que se seguiram mudaram o percurso das pessoas LGBT[IQ+] para sempre. Bom, para as décadas que se se seguiram, porque esta coisa dos direitos e da visibilidade levam uma eternidade a conquistar, mas vão à vida em meia hora.