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“Amores Imaginários” de Xavier Dolan - a sedução do quebra corações

Imaginemos o seguinte: a personificação de uma Audrey Hepburn neurótica e a personificação de um James Dean gay, amigos há muitos anos, a apaixonarem-se perdidamente pela personificação de um louro e mimado Louis Garrel - o actor francês de “As Canções de Amor” (2007) de Christophe Honoré –, este sentindo tudo pelo casal de amigos nada sente, num filme da personificação de um Wong Kar Wai imaturo. Será que a amizade sobrevive? Ou isto é mero um amor imaginário digno de jovens inconscientes? É este o argumento básico, simples e sedutor de “Amores Imaginários” (2010 – “Les Amours Imaginaires”) de Xavier Dolan.

 

Uma perspectiva LGBT da Europa

 

A ILGA Europe aproveitou o Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia para apresentar um mapa sobre a situação da população LGBT na Europa. A associação analisou 24 categorias relacionadas com os direitos e a situação da população LGBT de cada país, atribuindo depois uma pontuação que vai dos 17 pontos (completa igualdade) até aos -7 (violação flagrante e discriminação da população LGBT). Os países com as melhores pontuações são o Reino Unido, Suécia e Espanha. Portugal surge ao lado da Alemanha, Bélgica ou Holanda. À medida que se avança para leste europeu, começam a surgir os países menos favoráveis para a comunidade LGBT.

“Aumento dos crimes de ódio homofóbicos” alerta a Alta-Comissária dos Direitos Humanos da ONU (vídeo)

Os crimes de ódio contra lésbicas, homossexuais, bissexuais e pessoas transgénero estão a aumentar em todo o mundo, declarou a Alta-Comissária dos Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay,  que numa mensagem em vídeo pediu a todos os governos para que façam muito mais para eliminar a discriminação e preconceito baseados na orientação sexual ou na identidade de género.

Lady Gaga junta-se aos criadores de FarmVille (vídeo)

 

Lady Gaga anunciou uma parceria com a companhia Zynga, responsável pelos jogos FarmVille e CityVille, para lançar GagaVille. A companhia que lançou alguns dos jogos mais populares do Facebook, afirmou que o acordo com Lady Gaga é a mais importante de sempre, apesar dos seus anteriores projectos contarem com nomes como Snoop Doog, Dreamworks e Nickelodeon.

 

Sammy Jo dos Scissor Sisters vai ao Arraial Pride

Sammy Jo, dos Scissor Sisters, é o primeiro nome confirmado para animar o Arraial Pride, em Lisboa. Sammy Jo tem actuado em vários clubes e festas enquanto DJ, mantendo em paralelo as actuações com o grupo de Nova Iorque. Os Scissor Sisters actuaram em Lisboa em Outubro do ano passado para cerca de 500 pessoas. Essa foi a primeira apresentação em Portugal do mais recente álbum da banda: Night Work. O Arraial está agendado para 25 Junho a partir das 16 horas e promete animação até às 4 da manhã.

Futebolista alemão aconselha jogadores homossexuais a não se assumirem

Philipp Lahm, capitão da equipa nacional alemã e jogador do Bayern Munich, aconselhou os jogadores de futebol profissionais gay a não se assumirem, numa entrevista dada à revista alemã Bunte. O jogador, considerado como um dos melhores defesas do mundo, sustenta que "quem se assumir, terá a vida muito dificil, já que um jogador assumidamente gay estará exposto a comentários abusivos". No entanto, Lahm insiste que pessoalmente não teria qualquer problema em jogar com um colega homossexual.

“Kaboom - Alucinação”: Um surrealismo que é contagiante (vídeo)

“Kaboom - Alucinação” (2010) de Gregg Araki foi um dos filmes do último IndieLisboa. Foi ainda um dos filmes independentes de 2010, tendo marcado presença no Festival de Sundance, e que até passou pelo Festival de Cannes há precisamente um ano, e que só agora chega finalmente a Portugal. Devido a isso, ou até talvez não, é que o filme estreia na mesma semana em que já está à venda o seu respectivo DVD nas lojas. Que tipo de distribuição é esta?

Centenas saíram à rua em Coimbra para “romper o silêncio e combater a vergonha”

Sob o mote "TransForma-te" decorreu ontem, em Coimbra, a segunda marcha contra a homofobia e transfobia. A marcha foi organizada pela Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia (PATH), criada no início do ano por várias organizações não governamentais, e contou com centenas de participantes. Segundo Cassilda Pascoal, da organização da marcha, a edição deste ano teve "garantidamente mais [participantes do] que no ano passado, tendo em conta que no ano passado tínhamos o bandeirão [do arco-íris] e este ano não, e a marcha estava ligeiramente mais comprida". A activista aponta para uma participação que rondou as 400 pessoas.

 

Rio Sem Homofobia. Em Portugal autarquias não pretendem fazer nada (vídeo)

 

Foi hoje apresentada a campanha Rio Sem Homofobia, lançado pelo governador do Estado, Sérgio Cabral. A divulgação da campanha, que coincide com o Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia, vai incluir anúncios de televisão, de rádio, panfletos, sites, t-shirts e tendas na praia para apoiar a iniciativa. O governador autorizou também que militares, polícias e bombeiros homossexuais participem, caso pretendam, com uniforme nas próximas marchas do orgulho. "Da minha parte, estão todos liberados para sair na próxima passeata. Podem botar o carro do Corpo de Bombeiros, das polícias. Nenhum problema. O amor não deve ser razão de nenhum tipo de discriminação", referiu Sérgio Cabral. Em Portugal, não está prevista qualquer acção das autoridades autárquicas associada ao Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia.

 

Estudo: Trans e homofobia continuam a ser alarmantes nas escolas portuguesas

As escolas portuguesas continuam a ser palco de acções homofóbicas. Esta é uma das conclusões do Observatório de Educação LGBT, acabado de divulgar pela associação rede ex aequo. O relatório compilou 103 denúncias recolhidas através de um questionário online anónimo. Os números são preocupantes. Cerca de metade dos inquiridos sofreu agressões por mais de cinco vezes e 30 revelam que foram agredidos entre 2 e 4 vezes. Outro alerta importante é que três quartos dos inquiridos confirmam que o local das agressões é a escola. A rua também é apontada como local de agressões por cerca de metade dos inquiridos, enquanto a própria casa é cenário de homofobia e transfobia para 16 dos inquiridos.