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Nem na mata se encontram histórias assim

O arco-íris que termina no Qatar

Manuel Oliveira

Alteraram a braçadeira de capitão, colocaram bandeiras nos estádios e, chegaram até, a criar uma onda de afecto quando um jogador se assumiu homossexual. Mas, apesar de todo o “activismo”, que agora percebemos falso, não se lembraram de mais nenhum país para celebrar a maior competição do desporto que amam. Tornou-se difícil a escolha e, por coincidência, ficou designado um país onde ser LGBTQIA+ não só é ilegal como é punível com pena de morte. 

 

Celebrar o Orgulho LGBTI+ em 2020 – uma estratégia de Marketing?

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A data que se celebra é histórica. 28 de Junho de 1969, marca o início dos movimentos da luta civil em favor dos direitos das sexualidades e identidades de género que se iriam repercutir pelos EUA, Europa e um pouco por todo o mundo. Como pano de fundo temos o bar de Stonewall Inn, um bar gay em Greenwich Village, Nova Iorque, e com personagens queridas pela história, as activistas Marsha P. Johnson, Sylvia Rivera e Stormé DeLarverie, que junto de aproximadamente 400 pessoas, iriam pela primeira vez se juntar num tumulto de libertação e resistência contra a opressão e violência de pessoas homossexuais, bissexuais, transgénero, negras e feministas sentida pelas rusgas policiais diárias que se arrastariam até ao dia 2 de Julho.