Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Denúncias de violência sexual em tempos de covid-19

Quebrar o Silêncio 2.jpg

No primeiro semestre de 2020, a Quebrar o Silêncio recebeu cerca de 10 novos casos por mês de homens e rapazes vítimas de violência sexual. São 59 novos pedidos de apoio de sobreviventes e um aumento de 18% face a 2019. No total, 310 homens e rapazes procuraram apoio durante os três anos e meio de actividade da Quebrar o Silêncio.

Chemsex, redução de riscos e acompanhamento clínico durante a pandemia

Cristiana Vale Pires e Filipe Couto Gomes

Praticantes de chemsex e equipas de saúde ligadas a uso de substâncias psicoactivas, saúde sexual, saúde mental e prevenção de violência de género vêm notando, a par da sua popularização, que é fundamental tornar acessíveis informação e estratégias que permitam práticas mais seguras.

 

São estes os números de homens vítimas de violência sexual em Portugal

quebrar o silencio.jpg

No dia em que a Quebrar o Silêncio completa três anos de atividade, a associação promove a partir das 10 da manhã desta sexta-feira o debate sobre “Violência sexual infantil, trauma e os direitos humanos das crianças”. A associação revela também que durante o ano de 2019 oito homens pediram apoio por mês.

 

 

Balanço: 146 homens vítimas de violência sexual tiveram apoio nos últimos dois anos

Quebrar o Silêncio.jpg

A Quebrar o Silêncio faz dois anos e para assinalar o segundo aniversário a associação divulga vários dados sobre o apoio que presta a homens vítimas de violência sexual, incluindo informações sobre os pedidos de ajuda que aumentaram para o dobro. Em média, a associação apoia 15 pessoas por mês. A associação vai lançar ainda uma nova campanha de sensibilização.

Como vão ser os três dias da Quebrar o Silêncio para discutir o homem como promotor da igualdade

Quebrar o Silêncio Ângelo Fernandes.jpg

A associação Quebrar o Silêncio apresentou o programa da 2º edição do encontro “O homem promotor da igualdade — homens e mulheres lado a lado pela igualdade de género”, que se realiza de 15 a 17 de Novembro no ISCTE-IUL, em Lisboa. Para 2018, o evento terá como eixos centrais a interseccionalidade e os direitos das pessoas LGBTI, além do tema central que é a promoção de novas masculinidades e a promoção do papel do homem na igualdade de género.

Os melhores de 2017 (e algumas desilusões)

 

PREMIOS DEZANOVE 2017.png

Pelo oitavo ano consecutivo voltamos a premiar os melhores, mas também não nos esquecemos dos piores do ano. Distinguimos as personalidades e acontecimentos que marcaram o panorama LGBTI ao longo de 2017, depois de termos analisado mais de 400 artigos escritos nos últimos 12 meses.  

Fica a conhecer os vencedores dos prémios LGBTI mais completos do país:

 

Ângelo Fernandes: “É preciso que haja homens que se apresentem como feministas”

Quebrar o Silêncio Ângelo Fernandes.jpg

Surgida no início do ano, a associação Quebrar o Silêncio veio preencher uma lacuna no apoio a homens vítimas de violência e abuso sexual em Portugal. Entre o apoio que prestam de forma online e presencial surge agora um encontro dirigido ao grande público dias 16 e 17 de Novembro no ISCTE, em Lisboa. “O homem promotor da igualdade” pretende desafiar a masculinidade tradicional e envolver o homem na luta pelos direitos das mulheres. “O que nós propomos é uma reflexão sobre como podemos motivar mais a participação do homem para a igualdade de género” comenta Ângelo Fernandes, da direcção executiva da Quebrar o Silêncio. Um tema obrigatório nos dias que correm e para melhor compreender na entrevista que se segue.

 

Carta a ti, que abusaste sexualmente de mim

Angelo.png

 

Escrevo-te hoje esta carta porque chegou o momento de encerrar definitivamente este assunto e de seres confrontado com a realidade: tu abusaste sexualmente de mim quando tinha 11 anos. Abusaste de uma criança que, como todas crianças, dependia dos adultos para a sua segurança. Aproximaste-te com as tuas mentiras e afectos, vieste como um amigo e deste-me atenção para criar uma relação comigo, uma relação que trouxe uma factura destruidora para a vida. Ao convidares-me para entrar na tua casa e te aproveitares sexualmente de mim, de uma criança de 11 anos, destruíste também parte dessa criança, parte de mim.

 

 

Ângelo Fernandes: "Queremos que os homens vítimas de abuso sexual saibam que não estão sozinhos"

 Quebrar o Silêncio - Ângelo Fernandes.jpg

Ângelo Fernandes tem 35 anos e acaba de fundar a Quebrar o Silêncio.

“Lembro-me de sentir uma vergonha imensa e uma culpa aterrorizante, como se fosse eu o culpado por toda a situação do abuso. E isso era horrível, era asfixiante. Havia dias que eu acordava já sufocado com isto. Houve momentos muito complicados para mim, porque por mais que dissesse, do ponto de vista racional, que não tinha culpa, o lado emotivo dizia o oposto”. Este excerto é parte de uma entrevista que Ângelo Fernandes concedeu ao dezanove.pt e que poderás ler a seguir.